Aviagem pelo oeste americano acabou se tornando uma viagem por diversos parques nacionais, nos estados do Arizona e Utah e o passe anual dos parques americanos foi essencial para economizarmos uma graninha!
O que é o America The Beautiful Pass
É o passe anual dos parque americanos. Ele serve como ingresso para mais de 2.000 locais de recreação federais, incluindo todos os parque nacionais americanos.
Como funciona o passe anual dos parques americanos?
O passe garante a entrada do proprietário do passe e mais 3 acompanhantes adultos (maiores de 16 anos) em um carro, nos parques que têm taxa de entrada para carro. Se você tiver viajando com mais gente, cada adulto extra paga a taxa individual do parque.
Na entrada da maioria dos parques vão pedir o passe e um documento de identificação. Já nos parques sem estações de entrada, você precisa deixar seu passe em local visível, e é por isso que eles já te entregam um hangtag logo na compra do passe, que nada mais é que um porta cartão para colocar no espelho da frente do carro, como esse:
O passe é pessoal, e você tem que assinar o cartão. Duas pessoas podem assinar como proprietárias do passe, e não precisam ser casados, nem nada. O passe é válido por um ano, até o último dia do mês de validade. Ele também não é transferível, e não é substituído em casos de perda ou roubo.
Se você gosta de viajar de moto, o passe anual permite entrada para duas motocicletas, apenas se se tratarem das duas pessoas que assinam o passe, independente do número de pessoas em cada motocicleta.
Para os ciclistas, o passe garante entrada para seu titular e até outros 3 ciclistas, dependendo do parque.
Onde comprar o America The Beautiful Pass
Você pode comprar online o seu passe anual dos parques americanos. Ou em qualquer estação de entrada dos Parques Nacionais Americanos.
Quanto custa o passe anual dos parques americanos
O passe custa US$ 80.
Abra uma conta gratuita em dólar e economize muito!
Passei a economizar MUITO nas minhas viagens para o exterior desde que comecei a usar os cartões de débito vinculados a contas internacionais como aconta Nomad digital e conta multimoedas da Wise. As melhores opções do mercado.
Essas contas não cobram mensalidade e usam o câmbio do dólar comercial. Bem mais vantajoso do que o dólar turismo, usado pelas casas de câmbio e bancos. Além disso, cobram apenas 1,1% de IOF. Menos que os cartões de crédito brasileiros.
Muito! Principalmente se você for visitar vários parques. Visitamos 10 parques nacionais. Faça as contas de quanto gastaríamos se tivéssemos pago as entradas individuais:
Lake Mead (US$20)
Red Rock Country (US$5)
Montezuma Castle (US$20)
Grand Canyon (US$30)
Petrified Forest National Park (US$20)
Canyon De Chelly (US$0)
Arches (US$25)
Canyonlands (US$25)
Glenn Caynon Dam (US$25)
Zion National Park (US$30)
O valor total gasto seria de 173 dólares e eu, com certeza, não teria me animado em conhecer todos eles. Comprei o passe por 80 dólares e ainda tenho o ano inteiro pra me programar pra conhecer outros parques nacionais! Não é ótimo?!
E o passaporte?
Não resistimos às várias comemorações do centenário do National Park Service, e compramos também um passaporte para registrar nossas visitas aos parques nacionais americanos!
Além de informações sobre os parques, você também pode carimbar seu passaporte em cada um dos parques que visitar. É só procurar pelo carimbo – com data – no centro de visitantes.
Carimbos num passaporte especial? Quem não ama?! :)!
Conta pra gente a sua experiência com o America The Beautiful, vai! ;)
Viajar de carro pelos Estados Unidos
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Road trip de 2 semanas pelo oeste dos Estados Unidos
Você pode conferir o nosso roteiro completo de2 semanas de carro pelo oeste americano e conhecer muitas outras maravilhas. Aliás, o vídeo dessa nossa aventura você já assistiu?!
OZion National Park é um dos parque nacionais mais famosos dos Estados Unidos. Parte do Mighty 5 de Utah (os 5 Parques Nacionais ‘poderosos’ do estado), o parque me surpreendeu muito pela magnitude de sua beleza. É um desses lugares inesquecíveis para quem gosta de se aventurar pela natureza selvagem.
Neste post você vai encontrar todas as dicas para visitar o Zion National Park e aproveitar muito a sua viagem. Vou te contar como foi a minha experiência nos 2 dias no parque e já te adianto uma coisa: quero voltar!
O Zion National Park é terra sagrada dos Paiute do Sul, tribo nativo americana que habitava essa região. Era chamado de Mukuntuweap National Monument e só depois que ‘virou’ Parque Nacional passou a se chamar Zion, batizado pelos pioneiros mórmons de Salt Lake City que colonizaram essa região.
É um dos parques nacionais mais visitados dos Estados Unidos, recebendo mais de 3 milhões de visitantes por ano.
Assim como todos os Parques Nacionais e Áreas de Recreação sob os cuidados do National Park Service (NPS), o Zion NP oferece uma estrutura excelente e acessível para todos os visitantes. É o destino perfeito para os amantes da natureza mesmo que você não tenha muito preparo físico para enfrentar trilhas longas e complicadas.
Posso te dizer com toda a firmeza do mundo que foi um dos lugares mais lindos que já visitei na vida.
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Localizado na cidade de Springdale (Utah), a pouco mais de 270km de Las Vegas e a 500 km de Salt Lake City, a capital do estado, o Zion foi um dos últimos destinos da nossa viagem pelo sudoeste americano, já na volta para Las Vegas.
Muita gente visita o Zion e o Bryce Canyon na mesma viagem, já que ambos estão a cerca de 116km de distância, uma viagem de carro com 1h20 de duração. Era o que a gente pretendia, mas o tempo estava péssimo e nossa churrasqueira com vista no lodge onde ficamos falou mais forte.
» Como chegar?
O melhor jeito de planejar uma viagem pelos parques nacionais do oeste americano é alugando um carro e dirigindo por conta própria.
Alugar carro nos Estados Unidos é sempre uma tranquilidade. Os preços são ótimos, gasolina é relativamente barata e as estradas são belíssimas e super bem cuidadas.
Uma super dica para economizar é usar um comparador online para comparar preços de diferentes locadoras em uma única plataforma.
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Se você não quiser de jeito nenhum alugar um carro e dirigir, pode contratar um tour ou traslado a partir de Las Vegas.
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Pra conhecer o Zion National Park você conta com várias opções de hospedagem dentro do parque ou fora dele.
» Onde ficar dentro do Zion National Park
Dentro do parque você pode se hospedar em um dos campings ou no Zion Lodge, o único hotel dentro dos limites do Zion.
O Zion National Park também oferece 3 espaços para camping (campgrounds) no interior do parque:Lava Point: ‘camping selvagem’ (sem água), com apenas 6 vagas, aberto de maio a setembro e a 1h20 da entrada Sul do Zion (confira as condições da estrada antes).
Já o South Campground e Watchman Campground são opções com mais estrutura e perto da entrada do parque. O primeiro custa cerca de $20 por barraca e funciona por ordem de chegada.
Já no segundo, também com vagas para motorhome (taxa de $30), é possível reservar uma vaga através do site, entre março a novembro.
É bom destacar que a hospedagem dentro do parque é super concorrida. São mais de 3 milhões de visitantes por ano, lembra? Reserve sua hospedagem com antecedência!
» Onde ficar fora do parque
A charmosa Springdale é a porta de entrada para o Zion National Park. A cidade só tem 5km de extensão, é praticamente composta por uma rua, mas oferece algumas opções de hotéis, lodges, B&Bs e campings.
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Qual é a melhor época para visitar o Zion?
O parque fica aberto o ano todo, mas durante o inverno (dezembro a março) você pode ter algum ‘perrengue‘ por conta da neve. Além do mau tempo, o nível das águas do rio também pode fechar algumas das trilhas e atrações. Atenção aos comunicados no site oficial.
Eu fui no começo da primavera, e peguei tempo ruim, com chuva. O que atrapalha um pouco – principalmente por conta das fotos -, mas fiquei encantada do mesmo jeito. Às vezes também é bom para gente lembrar de ver com os olhos também né?!
O outono é um boa período para marcar sua visita. Tente também evitar o verão/férias escolares (julho e agosto).
Quanto custa visitar o parque?
A entrada para o parque custa US$30 por carro, por 7 dias. Ou US$15 por pessoa por 7 dias. Você ainda pode usar seu America The Beautiful Pass, o passe anual que dá acesso a todos os parques nacionais americanos que custa US$80.
Confira os valores atualizados no site oficial do parque.
Eu fiquei 2 dias e me sobrou um gostinho de quero mais.
Conhecemos o Zion National Park em 2 dias completos, sendo a tarde do dia da chegada, o dia seguinte inteiro e a manhã do dia de ir embora. Portanto, considere o nosso roteiro realizado em 2 dias longos de verão.
Para quem tem mais tempo, no entanto, sugerimos fazer o mesmo roteiro em 3 dias. Acreditamos que 3 dias são ideais para conhecer as atrações com mais calma e paradas para descanso. Lembre -se que algumas trilhas imperdíveis são bem cansativas e você provavelmente pedirá uma cerveja, água fresca e um pouco de sombra!
OBS: se você não pretende fazer trilhas longas, como a Angels Landing ou The Narrows, 2 dias são suficientes.
Como funciona o sistema de transporte dentro do Zion NP?
Durante os meses mais cheios do ano, o parque oferece um shuttle (ônibus circular) que transporta os visitantes pelos principais pontos do parque sem o perigo iminente dos congestionamentos.
todo dia do visitor center, de 7 da manhã às 18:45hs.
Durante o inverno, os visitantes podem percorrer a estrada em seus próprios veículos.
As melhores trilhas do Zion National Park
» Angels Landing
Essa é uma das trilhas mais famosas do Zion, com 8km de extensão (ida e volta). O percurso leva em média 4 horas. Descer na parada Grotto e seguir a West Rim Trail.
Foto: Andrew on Unsplash
» The Narrows
Outra atração famosa do Zion National Park, mas bem mais complicada, digamos assim.
Narrows Bottom Up 6,4 – 16km (ida e volta, dependendo até onde você for) | 4-10 horas | Descer na parada Temple of Sinawava, e percorrer a Riverside Walk.
Considerada uma trilha fácil no Zion NP, você pode . Descer na parada Zion Lodge.
• Lower Pool: 1.9 km (ida e volta) | 1 hora.
• Middle Pool: 3.2 km (ida e volta) | 1 hora e meia.
• Upper Pool: 4.8 km (ida e volta) | 2 horas.
Hidden Canyon: 3,2km (ida e volta) | 3 horas | Descer na parada Weeping Rock e seguir a trilha para Observation Point, the East Rim, and Hidden Canyon.
Observation Point: 12,9km (ida e volta) | 6 Horas | Descer na parada Weeping Rock e seguir a trilha para Observation Point, the East Rim, and Hidden Canyon.
Pa ‘rus: 5,6km (ida e volta) | 1 hora e meia | Estacionar em Springdale ou no centro de visitantes e andar até o South Campground, onde a trilha começa.
» Riverside Walk
3,2km (ida e volta) | 1 hora | Descer na última parada: Temple of Sinawava.
Se você pensa em conhecer o Zion, com certeza já ouviu falar em uma das trilhas mais famosas do parque: The Narrows, que começa no fim da trilha Riverside Walk e segue dentro do rio Virgin.
Você deve estar sempre atento aos avisos de segurança no parque. A trilha The Narrows sofre com o constante perigo das flash floods, que nada mais é que um aumento rápido no fluxo de água do rio que pode levar a ‘trombas d’água’. Quem já foi pra Chapada dos Veadeiros em Goiás, sabe o que é isso e como pode ser perigoso.
A trilha Riverside Walk é pavimentada, e acompanha o curso do rio, tem 3,5km de extensão (ida e volta), é acessível, e super tranquila!
Durante a trilha fiquei encantada com os ‘jardins suspensos’, astros aqui no Zion, graças às paredes que choram. Não é lindo isso?!
Sand Bench Trail: 5,8km (ida e volta) | 3 horas | Descer no Zion Lodge ou Court of the Patriarchs .
Watchman Trail: 5,6km (ida e volta) | 2 horas | A trilha começa em uma pequena estrada, pertinho do Centro de visitantes.
» Canyon Overlook
Neste dia ainda fizemos a IMPERDÍVEL trilha Canyon Overlook.
» Weeping Rock
800 metros | 30 minutos | Descer na parada Weeping Rock
E depois percorremos a pequena trilha Weeping Rock, ou pedra que chora. Achei lindo demais!
Tivemos a chance de chegar bem pertinho de um dos moradores locais. Mas só pedi uma foto, juro!!
O que dá pra fazer em 1 ou 2 ou 3 dias no Zion?
1. Percorrer, de carro, a UT-9
Já era tarde quando passamos pela cabine de controle na maravilhosa UT-9, que nos leva direto até o Centro de Visitantes e Springdale, cidade onde ficamos hospedadas por 2 noites no maravilhoso Cliffrose Lodge & Gardens.
Percorri a UT-9 com os olhos arregalados. Fascinada com as cores e os padrões nas imensas rochas seguindo a estrada.
Simplesmente MARAVILHOSO. As fotos falam por si, e ainda assim não conseguem passar a magnitude do lugar.
Logo atravessamos o Túnel Zion-Mt Carmel.
Quando cheguei do outro lado e olhei pra cima, vi como esse túnel é é incrível. Passamos dentro da montanha!
Depois de estacionar o carro no Centro de Visitantes, resolvemos pegar o shuttle até a 5a parada: Zion Lodge, onde curtimos um late lunch nesse gramado delicioso antes de partir pra Riverside Walk.
Comemos cada uma um pedaço de pizza, e partimos pra caminhada!
2. Visitar o Zion Human History Museum
No dia seguinte fui conhecer o Mudeu de História Humana do Zion, a segunda parada do shuttle. Um museu pequeno, mas com alguma informação sobre os Paiute do Sul, e sobre a história do parque.
E a sua famosa vista, que dizem que ótima para o nascer do Sol – pena que dessa vez não consegui vencer o despertador -.
O Zion National Parlk é impressionante, você vai ver. Vale muito a visita! Separe no mínimo 3 dias pra fazer as trilhas e conhecer tudo com calma. Vai valer a pena! ;)
OZion National Park é um dos Mighty 5 parque nacionais americanos em Utah, no sudoeste dos Estados Unidos. O parque me surpreendeu muito por sua beleza e sua magnitude. É um desses lugares muito interessantes para quem gosta de ‘descobrir’ e se aventurar.
Neste post vou te contar algumas dicas práticas para visitar o Zion National Park e te contar como foi a minha experiência nos 2 dias que passei no parque. Já te adianto que voltei com uma certeza: Quero voltar!
O Zion National Park
O Zion é terra sagrada dos Paiute do Sul, e antigamente era chamado de Mukuntuweap National Monument. Virou Parque Nacional e passou a ser Zion, como os mórmons o chamavam. A história do parque se confunde com a história da região, ‘colonizada’ por pioneiros mórmons vindos de Salt Lake City.
Ele é um dos parques nacionais mais visitados dos Estados Unidos (cerca de 2,6 milhões de pessoas por ano), e com certeza você vai se apaixonar! Confira essas dicas práticas para visitar o Zion National Park e tire a sua viagem dos sonhos do papel.
Como chegar ao Zion National Park
O Zion National Park fica no estado de Utah, 262km distante de Las Vegas, e 500 km de Salt Lake City, capital do estado.
No nosso caso foram 190 km rodados desde Page, no Arizona, e o melhor foi ter entrado pelo lado oeste do Zion, pra já de cara percorrer a fantástica UT-9, uma estrada incrível que corta o parque (leste-oeste).
» Viajar de carro pelos Estados Unidos
O melhor jeito de planejar uma viagem pelo oeste americano é alugar um carro e dirigir por conta própria. Viajar de carro pelos Estados Unidos é sempre uma tranquilidade, você vai ver. Já fizemos road trips na Flórida, na Califórnia e nunca tivemos nenhum problema.
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Passei a economizar MUITO nas minhas viagens para o exterior desde que comecei a usar os cartões de débito vinculados a contas internacionais como a conta Nomad digital e conta multimoedas da Wise. As melhores opções do mercado.
Essas contas não cobram mensalidade e usam o câmbio do dólar comercial. Bem mais vantajoso do que o dólar turismo, usado pelas casas de câmbio e bancos. Além disso, cobram apenas 1,1% de IOF. Menos que os cartões de crédito brasileiros.
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Quantos dias ficar no Zion National Park
Olha, tem gente que até arrisca um bate e volta a partir de Las Vegas, mas eu não recomendo. Você com certeza vai se arrepender. Eu fiquei 2 dias e me sobrou um gostinho de quero mais…
Se você puder, separe também um dia para conhecer o Bryce National Park (cerca de 140 km distante do Zion). Infelizmente o tempo não ajudou e não consegui conhecer o Bryce, mas a Mari do Ideias na Mala tem um artigo super legal sobre o parque e adora o lugar.
Qual é a melhor época para visitar o Zion National Park
O parque fica aberto o ano todo, mas durante o inverno (dezembro a março) você pode ter algum ‘perrengue‘ por conta da neve.
Eu fui no começo da primavera, e peguei tempo ruim, com chuva. O que atrapalha um pouco – principalmente por conta das fotos -, mas fiquei encantada do mesmo jeito. Às vezes também é bom pra gente lembrar de ver com os olhos também né?!
Quanto custa o ingresso no Zion National Park
A entrada para o parque custa US$30 por carro (7 dias), ou US$15 por pessoa (7 dias). Você pode usar seu America The Beautiful Pass, o passe anual para parques americanos que custa US$80.
O que fazer no Zion National Park
Como já falei antes, o Zion é um parque pra ser descoberto, desvendado.
E você pode fazer isso escolhendo uma ou algumas das várias trilhas do parque, todas diferentes umas das outras, algumas mais pesadas, outras super tranquilas.
Você também tem a opção de percorrer a Zion Road Scenic Drive. Durante os meses mais cheios do ano, o parque oferece um shuttle (ônibus circular) que transporta os visitantes pelos principais pontos do parque sem o perigo iminente dos congestionamentos. Durante o inverno, os visitantes podem percorrer a estrada em seus próprios veículos.
Além disso, você também pode percorrer a magnífica UT-9 com seu próprio carro. Uma ótima pedida pra ver alguns dos visuais mais lindos e diferentes do Zion. Quer apostar?!
Principais trilhas no Zion Canyon
– Angels Landing: 8km (ida e volta) | 4 horas | Descer na parada Grotto e seguir a West Rim Trail.
– Emerald Pools: Descer na parada Zion Lodge.
• Lower Pool: 1.9 km (ida e volta) | 1 hora.
• Middle Pool: 3.2 km (ida e volta) | 1 hora e meia.
• Upper Pool: 4.8 km (ida e volta) | 2 horas.
– Hidden Canyon: 3,2km (ida e volta) | 3 horas | Descer na parada Weeping Rock e seguir a trilha para Observation Point, the East Rim, and Hidden Canyon.
– Observation Point: 12,9km (ida e volta) | 6 Horas | Descer na parada Weeping Rock e seguir a trilha para Observation Point, the East Rim, and Hidden Canyon.
– Pa ‘rus: 5,6km (ida e volta) | 1 hora e meia | Estacionar em Springdale ou no centro de visitantes e andar até o South Campground, onde a trilha começa.
– Riverside Walk: 3,2km (ida e volta) | 1 hora | Descer na última parada: Temple of Sinawava.
– Sand Bench Trail: 5,8km (ida e volta) | 3 horas | Descer no Zion Lodge ou Court of the Patriarchs .
– Watchman Trail: 5,6km (ida e volta) | 2 horas | A trilha começa em uma pequena estrada, pertinho do Centro de visitantes.
– Weeping Rock: 800 metros | 30 minutos | Descer na paradaWeeping Rock
– Narrows Bottom Up: 6,4 – 16km (ida e volta, dependendo até onde você for) | 4-10 horas | Descer na parada Temple of Sinawava, e percorrer a Riverside Walk.
No post 2 Dias no Zion National Parkvocê pode conferir mais fotos das trilhas: Riverside Walk, Weeping Rock e também da Canyon Outlook, na parte leste do parque
Onde ficar no Zion National Park
Pra conhecer o Zion você conta com várias opções de hospedagem. Você pode acampar em um dos campings do parque, ou pode se hospedar na charmosa Springdale, a porta de entrada para o Zion.
Nossa experiência no Cliffrose Lodge & Gardens, em Springdale foi maravilhosa, e com certeza você vai amar esse paraíso!
Só pra você ter ideia, um dia de internação nos Estados Unidos pode chegar a $5.220 dólares e uma apendectomia pode custar $16.000 dólares. Melhor investir bem menos e contratar um seguro viagem internacional, né?!
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OCliffrose Lodge & Gardens, situado no coração do Zion Canyon é quase um sonho. É uma dica quente de onde se hospedar em Springdale, Utah, uma ótima base para quem quiser conhecer o Zion National Park, o Bryce Canyon National Park e o North Rim do Grand Canyon.
Uma opção testada, e aprovada!
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Onde Se Hospedar em Springdale, Utah | Cliffrose Lodge & Gardens
Onde Fica o Cliffrose Lodge & Gardens
O Cliffrose Lodge & Gardens fica em Springdale, Utah, a menos de 200 metros do Zion National Park. Do centro de visitantes até a recepção do hotel levamos cerca de 2 minutos. Ou menos. É praticamente dentro do Zion, uma ótima opção pra quem quer dispensar o carro por uns dias. Sem contar a vista…
Como é Se Hospedar no Cliffrose Lodge & Cabins
O check in foi incrivelmente rápido e não burocrático, e logo já estávamos na nossa Riverside Two Bedroom Suite. Os parceiros do Cliffrose capricharam! Um luxo!
Tudo na sala principal parece grande. O teto com o pé direito super alto amplia o espaço, muito iluminado, todas as luminárias tem dimmer – detalhe especial esse -, e a imensa mesa de jantar para 6 pessoas coroa o ambiente como um lugar de convivência para as famílias. Dá pra sentir o amor, sabe?!
Me senti em casa! Foi um alívio ver uma cozinha completa depois de quase 2 semanas viajando. A geladeira é imensa, tem máquina de café, microondas , forninho elétrico, máquina de lavar louça, e um monte de utensílios pra cozinhar. Finalmente poderíamos cozinhar sem precisar usar o microondas!!
Mas vou te contar uma coisa: Quando cheguei na varanda foi que a surpresa me atacou. Olha só que demais!
Cada suíte tem sua própria churrasqueira, e vista!! Com direito a serenata das águas do rio Virgin dia e noite, noite e dia… Preciso falar que esse foi nosso cantinho preferido durante os 2 dias que passamos aqui?!
Os Quartos no Cliffrose Lodge & Gardens
O primeiro quarto, chamado de quarto Queen, tem 2 camas queen, impecavelmente arrumadas, com colchões e roupas de cama deliciosos, ventilador, ar condicionado e aquecimento central, e tv LCD de 37 polegadas.
Mas convenhamos, com uma vista daquelas, assistir tv é quase um sacrilégio.
Os banheiros
O banheiro do quarto Queen tem aquela combinação banheira/chuveiro, e pias duplas. Eles também oferecem secadores de cabelo, ferro de passar roupa e dois roupões deliciosos!
Bem, agora sim, vamos ao segundo quarto, o King, ou também chamado de a cereja do bolo – e eu já ia escrevendo ‘cerveja do bolo -.
O quarto principal tem uma cama king, com um dos melhores colchões que já experimentei na vida, e vista king também – inacreditável -. Tem tv lcd de 37 polegadas – de novo, pra quê?! -, e banheiro com pia dupla, com banheira e chuveiro separados. Tá bom, ou quer mais?!
Tá bom, tá bom! Eu sei que você quer mais. Eu também! Então dá só uma olhada na área comum desse paraíso chamado Cliffrose Lodge & Gardens.
E o ‘Gardens’?!
Por que é que você acha que eles acrescentaram o ‘gardens‘ ao nome?! Olha só quanto verde!!
Além das churrasqueiras privativas nas suítes, eles também oferecem outros mimos aos hóspedes, como fire pit, pra fazer fogueira – igual esse ai na foto de cima -, e várias churrasqueiras e mesas na área comum pra quem quiser aproveitar mais a natureza. Não é demais?!
As crianças também tem espaço reservado na piscina, e também no parquinho!
Piscina e Spa
Aliás, se você quiser aproveitar a piscina ou o spa, eles também oferecem uma toalha especial pra aproveitar, sem se preocupar.
Agora, sem dúvida nenhuma, meu lugar preferido na área comum do Cliffrose foi a beira do rio.
Tem como competir com esse som do rio?! É o lugar perfeito pra ler um livro, e relaxar… Vi muita gente aproveitando a área comum, crianças, adultos… um clima delicioso!
Café da manhã incluso na diária
Ahhhhh, e tem mais uma: A diária inclui café da manhã super completo – tinha até burrito de queijo e presunto -. Se você quiser tomar o seu café da manhã na sua varanda, pode ir! Eles oferecem aos hóspedes embalagens pra levar tudo arrumadinho. AMEI! Se você preferir, pode tomar seu café no jardim, em uma das mesas à disposição dos hóspedes.
Opções de hospedagem no Cliffrose Lodge & Gardens
O Cliffrose é uma ótima opção pra quem vai viajar com muita gente, ou para um casal que quer curtir um lugar romântico, perto da natureza. São 50 quartos e suítes não fumantes renovados, todos eles com varanda ou pátio privativos, divididos em algumas categorias:
Canyon Villas – 3 quartos e 3 banheiros, para até 10 pessoas.
Opções na Beira do Rio:
One Bedroom Suite – Muito parecida com a nossa, mas com um quarto só, para 4 pessoas.
Grandview Suite – Para 2 pessoas.
Double Queen – Para 5 pessoas.
Single King – Para 4 pessoas.
Opções com Vistas do Canyon:
Suite Upper Level – Para 4 pessoas.
Suite Lower Level – Para 6 pessoas.
Double Queen – Para 4 pessoas.
Single King – Para 2 pessoas.
O site deles é ótimo! Você pode ver vídeos de cada uma das opções – ao vivo é melhor ainda -, pode fazer sua reserva, tirar dúvidas, e também ter dicas das trilhas pro mês que você estiver planejando a sua viagem.
Nossa experiência foi a melhor possível! Não seria nada mal transferir o escritório pra cá definitivamente! Que delícia!
Viajar de carro pelos Estados Unidos
O melhor jeito de planejar uma viagem pelo oeste americano é alugar um carro e dirigir por conta própria. Viajar de carro pelos Estados Unidos é sempre uma tranquilidade, você vai ver.
Uma dica para economizar no aluguel de carro é usar um comparador online para pesquisar preços de locadoras de veículos diferentes em uma única plataforma.
Nós usamos e recomendamos a Rentcars, uma empresa brasileira super confiável, que além de garantir o melhor preço, oferece pagamento em até 12 vezes sem juros e sem cobrança de iof.
O Cliffrose Lodge & Gardens foi nosso parceiro nesta viagem. Independente da cortesia, as opiniões contidas neste post são totalmente imparciais. Garantindo transparência e verdade para os leitores do blog!
Visitar o Valley of Fire State Park em Nevada é a sua chance de conhecer um lugar novo e surpreendente pertinho pertinho de Las Vegas. Formações rochosas surreais, árvores petrificadas, petróglifos, e paisagens deslumbrantes. Um passeio incrível para fugir da loucura da Strip!
O Valley of Fire em Nevada
O nome Valley of Fire vem das magníficas formações de arenito vermelho, que parecem pegar fogo quando iluminadas pelo sol e estão presentes em quase todo o vale.
Se você fizer esse passeio durante a primavera também vai se surpreender com as cores e a beleza das flores do deserto espalhadas por todo o canto. Um espetáculo à parte, para completar a beleza das paisagens!
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Essas contas não cobram mensalidade e usam o câmbio do dólar comercial. Bem mais vantajoso do que o dólar turismo, usado pelas casas de câmbio e bancos. Além disso, cobram apenas 1,1% de IOF. Menos que os cartões de crédito brasileiros.
O ingresso para entrar no parque custa U$10 por dia, por carro e eu super recomendo esse passeio!
Ao chegarmos na entrada leste, a cabine estava fechada. Paramos no estacionamento mais à frente e tratamos logo de pagar nosso ingresso através do sistema auto pay, ou seja, você retira o envelope do totem, marca a data e placa do carro, coloca os 10 dólares dentro do envelope, fecha ele, destaca o comprovante de pagamento, coloca o envelope no local indicado no próprio totem, e deixa seu comprovante de pagamento sempre à vista no para brisa do carro.
A melhor maneira de chegar até o Valley of Fire é de carro. Como você já deve ter percebido, pra aproveitar ao máximo uma viagem como essa nos Estados Unidos, você tem que alugar um carro!
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Nós entramos no Valley of Fire pela entrada leste (east), a partir de Highway 169, vindas do Zion National Park. Nosso destino final era Las Vegas, e o plano era percorrer o Valley of Fire de leste a oeste, passando pela White Domes Road e pela Fire Canyon Road também.
A nossa primeira parada foi a Elephant Rock, ou a rocha em formato de elefante que foi uma das responsáveis pela nossa visita ao Valley of Fire. Vimos uma foto da ‘Rocha Elefante’ e queríamos vê-la ao vivo!
Continuamos pela Valley of Fire Road, até o centro de visitantes, passando pelas magníficas rochas vermelhas até o centro de visitantes, onde pegamos um mapa com as atrações do parque.
Resolvemos percorrer a White Domes Road até o fim, para, quem sabe, fazer a trilha White Domes. Passamos pela entrada das trilhas Mouse’s tank, Rainbow Vista e continuamos até o começo da trilha.
Ao chegar lá, com a chuva batendo na porta, resolvemos mudar os planos e fazer a trilha Fire Wave, um pouco maior, mas que prometia.
» Fire Wave
A trilha de mais ou menos 2km foi super tranquila, e agradável, com um visual impressionante! As cores do Valley of Fire vão ficar pra sempre marcadas na minha memória. Incríveis!
Percorremos o trajeto sem muitas dificuldades, muitas vezes passando entre as pedras, e quase sempre sozinhas.
Ao chegar no final da trilha, uma surpresa anunciada: Fire Wave!
Simplesmente impressionante. Pra quem estava se lamentando por não ter conseguido ir até The Wave, em Vermillion Cliffs, esse passeio foi reconfortante. Voltei pra casa menos frustrada.
» Arch Rock
Já no caminho de volta, passamos pela Arch Rock e por toda essa região inacreditável!
» Os petróglifos da Atlatl Rock
E também pela Atlatl Rock, que só veio aumentar minha obsessão por petróglifos!
» Beehives
Também demos uma passadinha pra ver os Beehives, formações de arenito no formato de colmeias…
Na saída do Valley of Fire, em direção a Las Vegas, só mais uma paradinha pra fotografar esse visual maravilhoso!!
Seguro viagem para os EUA
Se você está planejando uma road trip assim, é essencial contratar um bom seguro viagem para os Estados Unidos. Essencial! Só pra você saber, um dia de internação nos Estados Unidos pode chegar a $5.220 dólares. Não é brincadeira, né?!
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Las Vegas é uma ótima cidade para aproveitar um bom hotel por preços super camaradas. Já estivemos na cidade em situações e viagens diferentes e sempre tentamos fica em hotéis diferentes. Tivemos boas experiências no Stratosphere, Hard Rock Hotel e The Linq.
Recomendo ficar de olho nas promoções do Booking.com para encontrar diárias com preços bem acessíveis! Só pra você ter ideia, pagamos menos de 30 dólares na diária do Hard Rock Hotel. Bom, né?!
Na tentativa de me apaixonar por Las Vegas ou pelo menos gostar um pouquinho mais da cidade do pecado, resolvi sair da badalada Strip e explorar o que fazer em Downtown Las Vegas, o centro antigo da cidade.
Downtown Las Vegas tem muita personalidade e você não vai se arrepender de ir além. Pode apostar! Neste post separamos algumas das atrações que mais gostamos de conhecer. Bora embarcar em uma jornada pela loucura de Downtown Las Vegas?
Las Vegas, a cidade do pecado
Las Vegas é destino praticamente obrigatório para quem, como eu, ama explorar as belezas do oeste americano. A cidade recebe inúmeros voos diários de várias cidades brasileiras e não é muito difícil encontrar boas promoções de passagens aéreas para Las Vegas a partir do Brasil.
Outra vantagem é o ótimo custo-benefício na hospedagem em Las Vegas. Na ‘cidade do pecado‘ eu e você podemos nos hospedar em um hotel de luxo sem causar muito sofrimento ao nosso bolso.
Abra uma conta gratuita em dólar e economize muito!
Passei a economizar MUITO nas minhas viagens para o exterior desde que comecei a usar os cartões de débito vinculados a contas internacionais como aconta Nomad digital e conta multimoedas da Wise. As melhores opções do mercado.
Essas contas não cobram mensalidade e usam o câmbio do dólar comercial. Bem mais vantajoso do que o dólar turismo, usado pelas casas de câmbio e bancos. Além disso, cobram apenas 1,1% de IOF. Menos que os cartões de crédito brasileiros.
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Downtown Las Vegas
A maioria dos viajantes que escolhe Las Vegas como destino quer aproveitar ao máximo os cassinos, hotéis e atrações da Strip, a avenida mais famosa da cidade. Mas não deixe de conhecer Downtown Las Vegas também! Você pode muito bem separar um dia ou uma tarde para conhecer essa região que costumava ser o centro antigo da cidade e é MUITO divertida, você vai ver.
Passamos o dia em Downtown Las Vegas e olha só quantas dicas legais trouxemos para você.
O Las Vegas Art District, ou também chamado 18b foi criado em 1998 e tem esse nome porque ocupava 18 quarteirões da região sul de Downtown Las Vegas.
Andando pelas ruas do 18b, você vai encontrar muitas galeras de arte, estúdios, restaurantes, salões de beleza e sedes de empresas e grupos independentes.
Me lembrou muito o distrito de Wynwood em Miami, mas um pouco mais modesto.
O coração do 18b fica na South Art WayY, pertinho da The Arts Factory, um espaço com galerias, estúdios, lojas vintage e bar.
2. Visite a Loja do ‘Trato Feito’
Ali perto fica a World Famous Glod & Silver Pawn Shop, a loja de penhores famosa pelo programa Trato Feito, do History Channel. Você já assistiu?
Visitar a loja é um passeio bem legal pra quem assiste o programa e pra quem quer conhecer também.
3. Curta a Fremont Street Experience
Esse conselho é a cereja do bolo! Pode anotar.
A Fremont Street é uma rua localizada no centro e no coração de Las Vegas. Foi a primeira rua pavimentada da cidade e foi aqui que a cidade praticamente nasceu.
Desde 1994, cinco quarteirões da Fremont St se transformaram em um boulevard coberto, exclusivo para pedestres. É aqui, na Fremont Street Experience, que tudo acontece e você vai logo saber como e quando!
O que fazer na Fremont Street Experience: Slotzilla
Por 25 doletas na parte mais baixa (24 metros) ou 45 na mais alta (34 metros), você pode se aventurar no Slotzilla e voar pela Fremont Experience em uma tirolesa presa no teto da estrutura que cobre a rua, com quase 260 metros de comprimento.
Os corajosos ‘saem’ de dentro de uma máquina caça-níquel gigante e voam por cima dos passantes! Não é demais?!
Happy Hour na Banger Brewing
Para acalmar os ânimos depois de tanta adrenalina, nada melhor que tomar uma boa cerveja e você pode fazer isso na Banger Brewing, uma ótima microcervejaria localizada no coração da Fremont Street. Fique de olho nas promoções de happy hour!
Aproveite a noite!
Minha recomendação é vir pra essa região no final da tarde, comecinho de noite! Aproveite e entre no clima
Viva Vision, show de luzes e projeções
Ahhh, e não vai perder uma das apresentações do show de luzes e projeções Viva Vision, hein?! É super divertido!
4. Fremont East
O distrito de Fremont East foi um dos meus preferidos durante o passeio por Downtown Las Vegas. Primeiro pela quantidade de lindos murais grafitados…
Ahhh, como eu amo arte de rua!
Downtown Container Park
Depois porque AMEI o Downtown Container Park, um mini shopping ao ar livre charmosíssimo, com lojas, restaurantes, e cafés dentro de containers, que formam a estrutura do shopping!
O espaço ao ar livre, com parquinho pros pequenos, combina perfeitamente com uma manhã ensolarada.
Se sobrar tempo e você tiver interesse, pode visitar 2 interessantes museus: O Neon Museum e o Mob Museum, um museu dedicado à história do crime organizado, e nos impacto que essa história teve na criação e evolução de Las Vegas.
O Que Fazer em Downtown Las Vegas | No Mapa
Neste mapinha marquei todas as atrações que citei aqui no post e também algumas outras pra te ajudar a organizar o seu próprio roteiro!
Onde se hospedar em Downtown Las Vegas
Downtown Las Vegas deve ser uma ótima região pra se hospedar na cidade. Como eu disse, fiquei encantada com essa parte de Las Vegas e fiquei mais curiosa ainda para experimentar ou Golden Nuggetou o Downtown Grand.
Se você estiver procurando boas dicas de hospedagem em Las Vegas (bom custo-benefício), tivemos boas experiências no Stratosphere, Hard Rock Hotel e The Linq.
Recomendo ficar de olho nas promoções do Booking.com para encontrar diárias com preços bem acessíveis! Só pra você ter ideia, pagamos menos de 30 dólares na diária do Hard Rock Hotel. Bom, né?!
Como eu já te falei, acho que a melhor maneira de se locomover em Las Vegas é de carro.
O preço de aluguel de carro na cidade é tentador e a maioria dos cassinos oferece estacionamento gratuito. Se você não tiver um motorista da rodada, vale a pena usar um aplicativo de motorista, ou arrumar um motorista sóbrio, já que álcool e direção não combinam, né?!
Uma ótima dica de onde estacionar em Downtown Las Vegas é o Neonopolis Parking, que oferece estacionamento gratuito por até uma hora. Quer saber mais?!
Como os custos de atendimento médico hospitalar nos EUA são altíssimos, é melhor se prevenir e fazer o seguro com antecedência, né?!
Uma boa dica para economizar é usar um comparador online para comparar planos e seguradoras em um só lugar, economizando seu tempo e dinheiro. Nas nossas viagens, nós usamos o site da Seguros Promo, empresa que oferece o melhor preço e atendimento.
Ao contrário da South Las Vegas Boulevard, a famosa Strip, na Fremont Street, em Downtown Las Vegas, a ‘irmã mais velha’. Neste post vou te dar uma dicas preciosas de onde estacionar na Fremont Street, com o melhor custo-benefício!
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Não se esqueça também do seguro viagem para os EUA, hein? Ele é a sua garantia de assistência médica em um acidente ou emergência.
Só pra você ter ideia, um dia de internação nos Estados Unidos pode chegar a $5.220 dólares e uma apendectomia pode custar $16.000 dólares. Melhor investir bem menos e contratar um bom seguro viagem internacional, né?!
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A resposta é: no estacionamento do Neonopolis, literalmente na boca do gol! Nesse estacionamento subterrâneo, a 1a hora custa 3 dólares, e cada hora extra custa 2 dólares. A diária custa 9 dólares*.
* Valores atualizados em junho 2023
Como chegar até lá?
Para chegar até lá você pode subir a S 4th St (sentido norte). Assim que você passar o Denny’s vai ver essa placa Neonopolis Parking.
O California Hotel & Casino oferece self parking para não hóspedes. A entrada fica na 1st St, entre Ogden e Stewart. Custa $3 de domingo a quinta e $5 sexta e sábado;
O El Cortez oferece self parking para não hóspedes. Acesso pela 7th St., sem custo até às 17 horas. Depois é cobrada uma taxa de $5 de domingo à quinta-feira e $10 sábado e domingodos – domingos;
O self parking no Binion’s custa $2 a cada meia hora, até 3 horas, e depois $1 por hora adicional. Você mesmo estaciona seu carro. Se você jogar no cassino, ou comer em um dos restaurantes dentro do Binion’s, as 3 primeiras horas são grátis. É só validar seu ticket. Isso acontece na maioria dos cassinos da região.
2. Fremont Street Experience Parking Garage
Garagem oficial da Fremont Experience, com custo de $4 a hora, com limite máximo de $20 por dia.
3. Estacionamentos Públicos
Existem vários estacionamento públicos perto da Fremont. Você paga uma taxa por hora de segunda à sexta-feira até às 18, e depois disso paga uma taxa fixa, também cobrada em sábados e domingos.
4. Parquímetros na rua
Você também pode estacionar seu carro nas vagas delimitadas nas ruas paralelas e perpendiculares ao longo da Fremont Street, como a Ogden, Carson e Bridger.
Neste caso você deve fazer o pagamento no parquímetro correspondente à sua vaga.
Os preços variam de acordo com a localização, mas geralmente custam $1 por hora, com um máximo de duas horas. Você pode pagar com moedas ou cartão de crédito. O estacionamento é livre depois das 18 horas, e em domingos e feriados.
Clique aqui pra ver um mapa mostrando direitinho as zonas próprias para estacionamento e seus respectivos custos em Downtown Las Vegas.
Na minha próxima ida a Las Vegas, com certeza vou me hospedar em um dos hotéis de Downtown Las Vegas. Achei essa área da cidade super legal, e faz bem mais a minha cabeça do que a Strip. Fiquei curiosa pra experimentar o Golden Nugget e o Downtown Grand.
Temos um post com tudo o que você precisa saber sobre onde se hospedar em Las Vegas, mas fiz uma lista rápida para te ajudar a organizar a sua viagem.
» Hotéis em Las Vegas com bom custo-benefício
Já nos hospedamos em 3 hotéis diferentes em Las Vegas, com bom custo-benefício, em ocasiões diferentes. Foram eles: The Linq, Hard Rock Hotel e Stratosphere e se você ficar de olho nas promoções do Booking.com vai encontrar diárias com preços bem acessíveis!
» Hotéis de luxo em Las Vegas
Uma das coisas boas de Las Vegas é que é um destino bom para se hospedar em hotéis de luxo, que geralmente não são tão absurdamente caros. Boas opções de hotéis de luxo e Las Vegas, são: Aria, Bellagio, Mandarin Oriental e Four Seasons Hotel Las Vegas.
Hoje, depois de mais de um ano da minha escolha, e depois de ter viajado algumas muitas vezes com minha mochila MOTHER LODE TLS WEEKENDER CONVERTIBLE da EBAGS, vou contar para vocês as 5 RAZÕES que me fizeram escolher essa mochila como minha companheira de viagem ideal!
Fotos: ebags.com / Divulgação
Já falei sobre a minha sina para encontrar a mochila de viagem perfeita no artigo HÁ MALAS QUE VEM PARA O BEM, que tem uma lista de candidatas, e DICASDE ACESSÓRIOS e pequenas coisinhas que vão facilitar viagem!
Por que escolhi uma mochila da Ebags?
1. TAMANHO E PESO
A mochila é do tamanho perfeito! Tem coisa melhor que VIAJAR SEM DESPACHAR?
É inacreditável quanta coisa cabe nela! Para você ter uma ideia: Eu e a Sô viajamos de Miami até Orlando, nos Estados Unidos, durante nossa FLORIDA BEERTRIP durante 4 dias só com 1 mochila!
A estrutura é MUITO LEVE, e quando está vazia, ela fica super compacta e fina e você pode guardá-la em ‘qualquer lugar’!
2. MATERIAL DE QUALIDADE
A qualidade da mochila é EXCELENTE! Muito bem fabricada, com material de primeiríssima. Deu pra notar assim que abrimos o pacote!
Fiquei com um pouco de medo dos ganchos de plástico que prendem as alças, mas as partes plásticas são SUPER RESISTENTES.
Além disso, tem garantia vitalícia!
3. ALÇAS ‘GUARDÁVEIS‘
Se você precisar despachar sua mochila, ou se quiser transportá-la como uma mala de viagem estilo suitcase, você pode guardar as alças e a mochila se transforma em uma mala, sem alça! Ou melhor, com alça lateral grande, e com diversas mini alças pra facilitar o transporte.
Pode parecer bobagem, mas AS ALÇAS AJUDAM MUITO quando você vai colocar sua mochila no carro, ou no ônibus…
4. COMPARTIMENTOS INTERNOS
Esqueça o sistema TOP LOADING dos mochilões convencionais! Com o zíper lateral você consegue alcançar facilmente qualquer uma das partes do compartimento interno da mochila. Você ainda pode usar a ‘prateleira removível’ pra ORGANIZAR melhor os compartimentos, e evitar que o conteúdo vá pro fundo da mochila.
Fotos: ebags.com / Divulgação
Uma das grandes belezas dessa mochila é que você pode usá-la como quiser! É notável como a EBAGS pensou na EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO para criá-la!
5. COMPARTIMENTO PARA LAPTOP
O compartimento separado para o LAPTOP também é ÓTIMO, super PRÁTICO e DISCRETO!
Além de tudo isso, todos os zíperes da mochila, tem um anel pra colocar o cadeado, e ela ainda tem um bolso lateral pra colocar uma garrafa de d’água.
A mochila é SUPER VERSÁTIL, e agora a EBAGS entrega no BRASIL!!
ABrooklyn Brewery é destino certo para viajantes sedentos por programas cervejeiros em Nova York. A crevejaria é uma das precursoras da revolução craft beer nos Estados Unidos e produz cervejas icônicas!
O mais legal é que você pode visitar o tasting room deles em Williamsburg, um dos bairros mais descolados de NYC e fazer um tour guiado. Recomendo super o passeio, mesmo que você não esteja muito afim de fazer o tour.
Olha só que astral!
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Curiosidades sobre a Brooklyn Brewery em NY
Você sabia que você pode visitar o tasting room da cervejaria Brooklyn em Williamsburg na sexta (das 18h às 23h), ou durante os finais de semana, no sábado (das 12h às 20h) e nos domingos (das 12h às 18h) pagando somente o que você consumir?!
Você poderá experimentar muitas estilos de cerveja feitos por essa cervejaria icônica,
A estação de metrô mais perto é a Bedford Avenue, da linha L do metrô.
Eles também organizam tours guiados de segunda a quinta, às 17h, por U$15, incluindo o tour, degustação e um copo.
Durante os finais de semana os tours são gratuitos, começam às 13 horas, e acontecem a cada meia hora. O último tour no sábado é às 17h, e no domingo às 16h. Para no máximo 40 participantes, por ordem de chegada. Os ingressos são distribuídos 1 hora e meia antes do horário do tour, no máximo 2 por pessoa.
As beer tokens custam $5, ou 5 por $20.
Eles não servem comida, mas você pode levar algo pra comer, ou mesmo pedir pra entregar alguma coisa lá!
Só pra você saber, uma rápida visita ao Pronto-Socorro nos Estados Unidos pode chegar a $5.220 dólares. Melhor investir muito menos em um bom seguro viagem e viajar tranquilo, né?!
A dica para economizar é usar o comparador online do site da Seguros Promopara pesquisar apólices e seguradoras diferentes e garantir menor preço e melhor cobertura para a sua viagem.
É quase impossível não associar Bushwick, uma das regiões mais vibrantes do Brooklyn em Nova York ao Roberta’s, casa do que dizem ser a melhor pizza de Nova York.
Sei que essa coisa de melhor pizza parece meio redundante – Afinal de contas, não são todas as pizzas ótimas?! -, mas de qualquer maneira, a fila quase onipresente na porta do Roberta’s já era uma pista do que nos esperava.
Sabendo da fama do restaurante, nossa anfitriã Michelle nos deu uma super dica pra experimentar a pizza famosa sem enfrentar as mega filas do Roberta’s, e eu vou compartilhar com vocês: take away!
Isso mesmo! A ‘portinha take away‘ que fica ao lado do restaurante principal. Ali você pode pedir sua pizza, que é preparada na hora.
Pedimos uma Famous Original, e como se trata de um take away, assim que a pizza ficou pronta fomos comer no bar anexo ao restaurante principal.
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E a pizza, é boa mesmo? Acho que não preciso dizer nada. Foi uma das melhores pizzas que comi na vida. RECOMENDO!
Guia Bushwick
Se você quer saber mais sobre Bushwick, uma das regiões mais descoladas de Nova York, leia também nosso artigo Guia Bushwick, com dicas de onde ir, o que fazer, onde comer. Tenho certeza que você vai se encantar por essa região da cidade que nunca dorme!
Para os amantes de Nova York, conhecer cada pedacinho da cidade de maneira íntima e pessoal é quase obrigação. Será possível?
Bushwick, no norte do Brooklyn, é o bairro do momento. É uma vizinhança super vibrante, cheia de arte de rua, galerias, bares, restaurantes e lojinhas super charmosas. Tudo isso misturado a um sentimento de real life, sabe? E é aí que mora meu interesse!
O bairro é considerado o irmão mais novo de Williamsburg, um velho hipster conhecido, que com o tempo ficou metido a besta, e foi empurrando a legião de descolados para o coração do irmão mais novo.
Gentrificação. Já ouviu falar nisso?! Artistas e moderninhos migram para uma bairro degradado em busca de melhores relações custo/benefício nos alugueis e serviços e começam ali uma transformação, quase sempre acompanhada por um aumento de custos, dificultando a vida – e permanência – dos antigos moradores da região.
Foi o que aconteceu em Wynwood, em Miami, e o que tem acontecido ao longo dos anos nos bairros do norte do Brooklyn, assim como em outras partes do globo, como Londres, Toronto, São Francisco, e até mesmo São Paulo.
Neste Guia Bushwick, separei alguns segredinhos dessa região pra que você possa desvendá-la por si mesmo.
O que fazer em Bushwick
Um dos grandes destaques de Bushwick é The Bushwick Collective. Conheça Explore essa verdadeira galeria de arte a céu aberto.
Como o irmão mais velho, Williamsburg, um dos grandes destaques de Bushwick é a qualidade e quantidade de arte de rua espalhada pelo bairro. Depois da ‘morte‘ do 5Pointz, seria Bushwick o novo point do graffiti novaiorquino?!
Joe Ficalora sempre morou em Bushwick, e quando criança, não podia sair de casa pra brincar na rua. Depois que sua mãe morreu, Joe, que não era, e nem é artista, e também não entendia nada de arte de rua, sentiu as mudanças trazidas pelos novos moradores e suas ideias, e começou a organizar um coletivo de arte para que artistas do mundo todo pudessem mudar também as paredes dos antigos edifícios locais. Dai nasceu o Bushwick Collective.
Se você for como eu, e mesmo se não for tão apaixonado assim por arte de rua, vai ficar impressionado com a qualidade e variedade de expressões artísticas espalhadas pelo bairro!
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Como chegar em Bushwick
Use a Linha L do metrô, e desça na Jefferson St. Você pode caminhar pela Jefferson Street por todo o trecho entre a Troutman Street e a St. Nicholas Avenue.
Galerias de arte em Bushwick
Se você estiver procurando algo mais indoor, recomendo visitar uma dessas galerias:
Norte Maar | 83 Wyckoff Ave com Suydam St, No. 1B.
É o clássico da região. Alguns – muitos – dizem que é o Roberta’s serve a melhor pizza da cidade. Eu provei e RECOMENDO. Para te ajudar, escrevemos um POST com uma DICA QUENTE para te ajudar a não se estressar com a famosa fila imensa que assombra o Roberta’s.
Tortilleria Mexicana Los Hermanos | 271 Starr Street (entre a St Nicholas e a Wyckoff Ave)
Outro clássico! Imagine comer em uma fábrica de tortillas. Quer comida mais fresca?! O ambiente é simples, mas a comida é deliciosa e os preços imbatíveis! Funciona das 12 às 21 horas, de segunda a sexta.
Sabe aqueles deliciosos bolinhos de risoto tipicamente italianos?! Imagine comer um deles antes de voltar pra casa – ou pro hotel – depois de uma noite de ‘balada‘…
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Nos hospedamos em uma região mais residencial de Bushwick, em um achado no AirBnb. A Michelle nos recebeu tão bem na casa dela, que eu não pensaria nem meia vez antes de recomendá-la.
Nesta lista AQUI você também pode pesquisar outras opções de acomodação em Bushwick. Lembrando que é sempre muito importante ler os reviews no Airbnb e pesquisar bem a localização e termos do ‘aluguel’ antes de se comprometer!
Cadastre-se através deste linke ganhe R$100 de crédito na sua primeira reserva pelo Airbnb!
Amo ser surpreendida por novas descobertas no meu próprio bairro. É uma das belezas – e vantagens – de morar em São Paulo. E dessa vez, o assunto é COMIDA! E comida boa, no Restaurante Petí, em São Paulo.
O PETÍ fica dentro da loja de material artístico Pintar, na rua Cotoxó, na POMPEIA, e seu ambiente é aconchegante, iluminado e super agradável!
Quem comanda a cozinha do charmoso restaurante é o chef VICTOR DIMITROW, que tem como proposta o uso de produtos da estação – alguns deles plantados ali mesmo, em uma horta orgânica – e oferece um menu incrível por R$38,50.
Sim! Você não leu errado: MENU COMPLETO por R$38,50. Entrada, prato principal, e sobremesa.
Experimentando o Restaurante Petí:
Logo de cara, escolhi minhas 3 opções:
Carapau curado, picles de maxixe e creme azedo
Confit de frango orgânico, polenta grelhada, cogumelos e espinafre salteado
Torta de chocolate, caramelo salgado e creme batido
O MENU FIXO, com 3 opções de entrada, 3 opções de prato principal e 2 opções de sobremesa varia a cada 15 dias, mas os ‘queridinhos’ ficam um pouco mais…
Outros destaques das nossas 2 idas ao PETÍ, foram:
Terrine de porco, remoulade de pupunha, ovo de codorna crocante e beterrada.
Risoto de cevadinha, abóbora tostada, semente de abóbora e ricota artesanal.
O Restaurante PETÍ funciona durante o ALMOÇO, de SEGUNDA a SÁBADO, das 12h às 15h. Recomendo chegar CEDO se não quiser esperar na fila, que costuma ser longa!
Feche os olhos e imagine um lugar mágico, às margens de um rio que parece te enfeitiçar mais e mais cada vez que você olha para ele.
E quando você abre os olhos, pronto! Está enfeitiçado. E passará todos seus futuros dias pensando em voltar, e se jogar de novo nas deliciosas águas do Rio Paracauary.
Braço d’água que separa Soure de Salvaterra, na Ilha do Marajó, no Pará.
Para economizar no aluguel de carro, uma boa dica é usar um comparador online. Dessa maneira você compara locadoras diferentes de uma vez só e além de garantir o melhor preço, pode pagar em até 12 vezes sem juros.
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Se você não está com vontade de fazer esse roteiro de maneira independente, pode também procurar uma agência, e comprar um pacote. A Rumo Norte Expedições oferece pacotes Descubra Marajó de 2, 3, ou 4 DIAS!
Paracauary Eco Pousada: a melhor pousada em Soure
A Paracauary Eco Pousada é uma pousada rústica, com oito apartamentos – com ar condicionado e frigobar -, redinha na varanda, e um atendimento mais que especial.
É o lugar simples, mas delicioso. Acomodação ideal para quem estiver indo para a Ilha do Marajó em busca de contato com a natureza e com as lendas e costumes locais.
É um lugar tão mágico e especial, que qualquer descrição vai ficar aquém.
Rio Paracauary
Fez toda a diferença do mundo voltar para pousada no fim do dia, e poder dar um mergulho no rio. Me senti criança novamente. Voltei totalmente revigorada.
Como chegar à Paracauary Eco Pousada
Quando chegamos a Soure, depois da segunda balsa, vinda de Salvaterra, tivemos um pouco de dificuldade para encontrar a Pousada Paracauary.
Mas foi só citar o nome do seu Lima que o pessoal já sabia na hora de quem se tratava.
Ainda tá na dúvida sobre pousadas na Ilha do Marajó?
Não pense duas vezes! Se você está na dúvida sobre hospedagem em Soure, você tem que escolher a Paracauary.
O abraço de dona Maria Helena e o sorriso largo de seu Lima, que abrem seus corações marajoaras para nos receber nesse lugar mágico que é a Ilha do Marajó é algo inesquecível para viajantes que desejam sentir com todo o coração os lugares que visitam.
Inunde-se pelo carinho e cuidado de Dona Maria Helena, responsável por um café da manhã digno de reis e rainhas, e também pelas histórias incríveis que ela conta, como gosto de falar, mais pra dentro que pra fora.
Os dias que passamos lá foram mágicos. Sem televisão no quarto, sem telefone celular, curtindo a natureza e em contato com uma ancestralidade afro-indígena-brasileira muito especial. Foi um dos pontos altos da viagem pelo Pará.
As diárias na Paracauary Eco Pousada foram uma cortesia para o Tô Pensando em Viajar, mas as opiniões contidas neste post são imparciais. Muito obrigada, dona Maria Helena, seu Lima e Gelderson.
Incrível como as imagens tem a capacidade de trazer de volta lembranças e sensações, e ao mesmo tempo também são capazes de inspirar novas aventuras, e destinos. Que BOM! Esse é o propósito do novo vídeo inspiração Buenos Aires, da série Vídeos Inspiração.
Era maio de 2012 quando gravei as imagens desse video inspiração durante um final de semana prolongado em Buenos Aires, na Argentina. Uma cidade incrível, super fotogênica, e extremamente musical!
Foram dias divertidíssimos desbravando os segredos da capital argentina. Ficou um gostinho de quero mais…
Através dessas imagens, percorri as curvas da paz, as curvas do tempo. Feitas sob o encantamento do primeiro olhar, a sensação era de voltar.
Visitar um lugar como o Theatro da Paz, um dos principais pontos turísticos dee Belém, é entender o processo de formação desse Brasil que hoje habitamos, todos e juntos, apesar de ilhas. Impossível sair ileso.
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Durante a primeira semana de dezembro, acontece a Semana da Arte em Miami, e a cidade é tomada por uma infinidade de feiras e exposições de arte.
A maior delas, a Miami Art Basel, acontece em Miami Beach, mas existem outras dezenas e dezenas de feiras ‘paralelas’ pela cidade. Estar em Miami durante essa época foi incrível!
Conheci trabalhos e artistas incríveis, e resolvi 6 artistas que conheci durante a Semana da Arte em Miami, que você vai adorar conhecer! Quer apostar?
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Artista americano que trabalha com diversos meios.
4. Camio Matiz
A série Here Not Here do artista colombiano Camilo Matiz usa ‘esculturas de luz’ para ‘brincar’ com reflexos e questionar o espectador sobre a dualidade de quem são e como percebem a si mesmos. As 5 frases de efeito aparecem totalmente diferentes quando refletidas no espelho, e provocam a reflexão.
5. Ychen Zhou
‘The Great Wall‘, série de fotografias incrível!
6. Jan Vormann
O artista alemão Jan Vormann viaja o mundo consertando fissuras com tijolos de construção de plástico coloridos, como peças de Lego.
Você pode acompanhar o projeto Dispatchwork pelo website do artista.