Este post é um tributo ao 5Pointz, a ‘Meca do grafitti‘ em Nova York, destruída há alguns anos. Pintaram tudo de cinza.
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O 5Pointz ocupava um enorme prédio em Long Island City, no Queens, e era mundialmente conhecido por reunir centenas de graffitis de artistas muito importantes perdeu a batalha para o maisdomesmo. O dono do prédio resolveu, antes de derrubar o complexo, cobrir todas as paredes que estavam grafitadas.
Artigos como esse do Observer mostram como era e como está, temporariamente, o tão famoso 5pointz.
No lugar do prédio serão construídas duas torres de apartamentos, aproveitando a excelente localização em LIC.
Tive a sorte de conhecer o 5pointz durante minha última ida a Nova York, em outubro de 2012. Mais que isso, alugamos um apartamento do outro lado da rua. A vizinhança é muito vibrante, com o Moma PS1, e diversos bares e ateliês de artistas. O 5Pointz vai fazer muita falta…
Infelizmente, este já é um ‘não-lugar’. Vale a lembrança:
Visitar o acampamento base do Everest, a montanha mais alta do mundo, foi uma das experiências mais interessantes da viagem de 8 Dias no Tibet. ཇོ་མོ་གླང་མ ou Qomolanga, que em tibetano quer dizer mãe do mundo, é o pico mais alto do planeta, 8.848 metros acima do nível do mar.
Ele é a pontinha mais alta dos Himalaias, cadeia de montanhas que atravessa cinco países: Butão, Índia, Nepal, China e Paquistão, o teto do mundo!
Eu sabia que a jornada até o E.B.C. (Everest Base Camp) do lado tibetano, a 2.250 metros acima do nível do mar, não seria fácil, mas nada poderia me preparar para a experiência de dormir aos pés da montanha mais alta do mundo.
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Além da altitude, a viagem até o E.B.C. é muito desgastante. Para chegar até lá passei 12 horas chacoalhando dentro de uma van de capacidade de rodagem duvidosa, com limite de velocidade de 50 km/h e vários check points do governo chinê.
Além disso, percorri os últimos 150 km da estrada de madrugada, por uma das estradas mais sinistras – e sinuosas – em que já estive na vida.
Como você não pode fazer turismo independente no território tibetano, você tem que comprar um pacote de viagem com uma agência e o roteiro mais comum, de 8 Dias pelo Tibet vai até o E.B.C passando por Shigatse, a segunda maior cidade tibetana, e alguns outros pontos muito interessantes.
» Lago Yamdrok
No Tibet os lagos são sagrados. Eles são usados, desde o fim do século 12, como locais para práticas do budismo esotérico, anterior ao budismo tibetano. O Yamdrok Tso (lago em tibetano) é considerado como um talismã, parte do espírito-vida do povo tibetano.
O cenário é belíssimo. Do alto da montanha você vê o lago azul envolvendo montanhas com seus topos cobertos por neve, e se pergunta: Estou sonhando?! É a altitude que me faz enxergar assim?!
Chegando até as margens do lago o azul muda e você se depara com outra visão surreal. As bandeirinhas de oração, as montanhas geladas. Impossível não imaginar aquele mesmo lugar em tempos remotos.Uma experiência pra guardar na memória!
A água do Yamdrok tem origem do degelo da neve e no entanto, e não há alteração no nível da água no decorrer do ano. A água influente e a evaporação natural têm um equilíbrio dinâmico incrível, tanto, que os tibetanos acreditam que se o Yamdrok secar, não haverá mais vida no Tibet. O lago é também o lar do famoso monastério Samdig, o único dirigido por uma lama feminina.
De lá continuamos em direção ao oeste, cruzando o plateau tibetano, sempre acompanhados por paisagens maravilhosas.
» Karola Glacier
Cerca de duas horas de distância do Yamdrok Lake fica a Karola Glacier, 5.560 metros acima do nível do mar. Não é uma grande geleira, mas fica a 300 metros da estrada.
» Monastério Palcho e a estupa Kumbum
A última parada antes do fim do dia foi em Gyantse, visitando o Kumbum, a maior estupa do Tibet.
Passamos a noite no confortável hotel Jymdu em Shigatse, o que nos deu novo fôlego para enfrentar o dia seguinte.
A ‘subida’ até o Acampamento Base do Everest
De Shigatse até o acampamento base do Everest foram mais ou menos 13 horas de estrada, incluindo uma parada demorada para almoço – preço que se paga por estar em um grupo grande -.
A última cidade antes da ‘caprichada’ estrada de terra foi o posto policial. Como procedimento padrão descemos todos do carro, com passaportes em mãos, permissões, etc etc etc. Até que passamos pelo posto policial já eram 8h30 da noite e a estrada que nos esperava até o E.B.C. não era mole não.
A sorte é que no Tibet o sol se põe 21h30, 21h45 da noite. E põe sorte nisso! Chegamos ao ponto de observação, de onde se pode avistar toda a cordilheira, uma das vistas mais lindas que já vi na vida, bem na hora do pôr do sol.
O azar foi rodar as quase 5 horas restantes de viagem no escuro.
Finalmente chegamos ao Acampamento Base do Everest, a 5.250 metros acima do nível do mar à 1 da manhã. Dormimos em um ‘hotel’ em uma tenda nômade, com aquecimento, um fogão central que queimava coco de Yak pra aquecer a água quente para o chá.
O interior da tenda era muito confortável, tinha três bancadas cobertas com colchonetes e tapetes tibetanos para serem divididas por 2 pessoas e quantos cobertores fossem necessários.
Os banheiros eram comunitários, do lado de fora, e pros ‘meninos’ a opção ‘sob as estrelas’ era, com certeza, a melhor. Dormimos em 6 na tenda e nada poderia nos preparar para o que viria no dia seguinte.
Prevenindo a doença da altitude
Como chegaríamos a mais de 5.000 metros de altitude, fizemos uma viagem bem tranquila, bem vagarosa descansando em Lhasa por 1 ou 2 dias sem muito esforço.
Fizemos também um pré tratamento durante 5 dias com comprimidos de Gingko biloba. Os mais céticos podem me desacreditar, mas pra mim a Gingko biloba deu certo. Me senti disposta, não tive dor de cabeça, com apetite, e foi tudo ótimo.
Também é recomendado beber bastante água, de 3 a 5 litros por dia, e um ótimo – e valioso – conselho é comprar uma lata de oxigênio logo na chegada a Lhasa – vendida por toda a cidade -, e carregar com você. O oxigênio é o melhor remédio pra altitude.
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Acordamos às 6, com a preparação do café da manhã bem ali, no meio da tenda. Os cafés instantâneos que eu ‘coletei’ dos hotéis durante a viagem fizeram a diferença e alegraram nossa manhã fria.
Ainda era escuro quando sai da tenda, um frio de quebrar os ossos, mas resisti bravamente. Lá estava eu, vendo o sol nascer sobre a montanha mais alta do mundo, a mãe do Universo.
Fez um dia lindo, sem nuvens, e o sol nasceu devagar. Para chegar mais perto da montanha existem duas opções: um trekking de 4 km até a base da montanha, ou um ônibus do governo que percorre o mesmo trajeto e custa RMB25 (ida e volta).
Do ponto onde pára o ônibus, seguimos à pé, de onde a vista é ainda mais linda. Não sem antes passar pelo discurso dos militares chineses, dizendo onde ir e onde não ir, e o que fazer.
Cuidados especiais
Atualmente é proibido fotografar com bandeiras, faixas, ou qualquer outro tipo de manifestação escrita ou desenhada. Isto porque num passado recente, estrangeiros usaram este local como forma de manifestação contra o regime ditatorial chinês no Tibet.
Nosso guia nos contou que um de seus colegas guia e o motorista chegaram a ser presos em um destes episódios por não conseguirem ‘controlar’ seus clientes, e chegaram a passar 3 anos presos.
Aproveitei o dia lindo, sem nuvens, céu azul aos pés do Everest foi sensacional. Um dos pontos altos da viagem.
Tudo que vai, volta!
Pegamos os mesmos terríveis quilômetros de volta a Shigatse, onde novamente passamos a noite para um merecido banho! No dia seguinte voltamos para Lhasa, acompanhando as belas paisagens tibetanas.
Estar ali foi uma das experiências mais fortes da minha vida, e como não tem jeito mesmo, depois de estar a 2.250 metros é só descida! Olha aí a prova que eu fui!
Viva o vídeo!
Tá pensando em conhecer o Tibet?! Já assistiu nosso Vídeo Inspiração Tibet?! Você vai ter um gostinho do que é conhecer a cultura milenar do topo do mundo!
Lhasa, a cidade dos deuses, é o coração do Tibet e sua sede política e religiosa desde 1645. É um destino que está na lista de desejos de muitos viajantes, principalmente aqueles interessados na milenar tradição tibetana.
Em 2013 passei 8 dias no Tibet na companhia do meu pai, e pudemos juntos realizar o sonho de conhecer o coração da cultura tibetana. A capital do Tibet!
Dicas práticas para visitar Lhasa, a cidade dos deuses
» Como chegar em Lhasa
A viagem até Lhasa, no coração da Região Autônoma do Tibet (TAR) pode ser feita de trem – uma viagem de 2 a 3 dias -, de carro ou ônibus a partir de Kathmandu ou de avião dos principais hubs aéreos da China.
» Autorização especial para conhecer o Tibet
Pra conhecer qualquer lugar dentro dos limites da Região Autônoma do Tibet, você vai ter que vencer uma burocracia grande. Além do visto chinês, será necessário solicitar uma autorização especial pra visitar a região, já que é um território politicamente instável.
Além disso, não é permitido turismo independente no Tibet e os turistas são obrigados a comprar pacotes de viagem fechados de agências de turismo.
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Nosso voo teve uma curta escala em Chongquing e foi super tranquilo. Olha só a vista do avião.
A rota aérea a partir de Kathmandu, no Nepal oferece a belíssima visão dos Himalaias. Por terra, é a Friendship Highway que liga o Nepal ao Tibet.
Chegamos ao aeroporto de Lhasa depois de um voo tranquilo e uma escala rápida. No desembarque é preciso mostrar ao exército chinês passaporte de cada um dos passageiros mais a permissão original.
Na saída do aeroporto, Sonam, nosso guia tibetano nos esperava do lado de fora com um cartaz com meu nome e nos recebeu com a tradicional Kha-tag tibetana.
» As boas vindas: Kha-Tag Tibetana
De acordo com a crença budista, há uma espécie de energia muito forte, que eles chamam de shugs ou ktsal, que se propaga em ondas e que pode ser transmitida a objetos. Os monges estão especialmente capacitados a realizar ritos através dos quais transmitem esta energia a determinados objetos, tornando-os amuletos.
Um dos objetos mais usados são as Kha-tags que podem ser de 5 cores: branca, vermelha, azul verde e amarela, as 5 cores místicas.
Em Lhasa, antiga residência do Dalai Lama, as kha-tags são tradicionalmente brancas e são muito usadas como presentes de boas vindas, para dar sorte aos visitantes.
» Do aeroporto até Lhasa
Viajamos por 50 minutos do aeroporto até a cidade por uma rodovia chinesa novinha e com uma paisagem impressionante. O contraste entre as imensas montanhas e as pequenas vilas antigas ao longo do caminho com a nova estrada chinesa só confirma a ‘pressa’ do processo de ‘renovação chinesa, que está a pleno vapor no território tibetano.
Depois do check point do exército chinês, onde são exigidos ao guia os passaportes, vistos e permissões originais de todos os passageiros estrangeiros que estão entrando na cidade, finalmente chegamos a Lhasa – /Lassa/ -, e a primeira impressão foi: CAOS!
Em 2013, quando estivemos lá, a cidade estava sendo praticamente derrubada pra se reerguer nova e chinesa. Construções por todos os lados, operários trazidos, em sua maioria, de áreas rurais trabalhavam se revezando em turnos, dia e noite, num ritmo frenético, tudo isso em meio a carros, exército, vans cheias de turistas ocidentais, chineses, ônibus, pedestres, carroças, rickshaws, bicicletas, barulho. Caos.
» Aclimatação em Lhasa
A recomendação é descansar pelo menos por 1 ou 2 dias sem muito esforço. A doença da altitude pode se manifestar a partir de 2700 metros, portanto, o ideal é fazer tudo bem devagar, com muita calma.
Como chegaríamos aos 5.250 até o fim da viagem, fizemos um pré tratamento durante 5 dias com comprimidos de Gingko biloba. Os mais céticos podem me desacreditar, mas pra mim a Gingko biloba deu certo. Me senti disposta, não tive dor de cabeça, com apetite, e foi tudo ótimo.
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Já um bom ‘remédio‘ pro coração é a fresquinha Lhasa Beer, a cerveja do teto do mundo, feita em Lhasa. O gentil Prem nos serviu nossa primeira Lhasa Beer, e também nos recomendou chá de gengibre para minimizar os efeitos da altitude.
Como já te falei antes, você não pode viajar de maneira independente no Tibet. O que você pode fazer é contratar um tour com uma empresa privada e no nosso caso, foi a empresa que contratamos que escolheu os 2 hotéis que nos hospedamos em Lhasa, localizados na região central da cidade antiga, bem próximos ao Potala e ao Jokhang.
O primeiro, Dooghu, deixou um pouco a desejar, principalmente porque não tinha água quente no banheiro e por isso preferimos mudar de hotel na volta a Lhasa. Dessa vez, nos hospedamos no Yak Hotel, que tem quartos reformados muito confortáveis.
O que fazer em Lhasa, no Tibet
Lhasa é uma cidade linda de todos os ângulos. Ver o pôr do sol com vista para o Palácio Potala, com os tetos dos antigos prédios do centro de Lhasa foi mágico, impossível não chorar: estávamos realmente no Tibet!
Cada vez mais tenho me interessado pelas cidades e por sua organização espacial e social. Pra mim as relações entre moradores e as cidades que habitam nas várias partes do mundo são um dos aspectos mais interessantes de sua cultura.
Em Lhasa essa relação, ou melhor, ligação, salta aos olhos logo de cara e você sente isso na pele. Centenas de tibetanos percorrem diariamente os chamados koras, circuitos que circulam os grandes templos e monastérios budistas como o Potala, o monastério Sera e o Jokhang, rezando por uma vida longa e o retorno da sua Santidade o Dalai Lama.
É muito comum ver algumas pessoas, percorrendo os koras em prostração. É impressionante!
A força e resistência do povo tibetano só não é maior que sua fé. O budismo é um pilar importantíssimo na sociedade tibetana, tanto que consegue ultrapassar a questão religiosa. As pessoas não têm fé, elas são fé.
Acho que foi uma das lições mais bonitas e profundas que aprendi sobre o Tibet e os tibetanos. E acredito que é isso deve ser preservado.
Voltando aos koras, Lhasa tem ‘circuitos’ muito sagrados como o Potang Shakor, ao redor do palácio Potala e o Barkhor, ao redor do Jokhang.
Palácio Potala
O Palácio Potala é um complexo de edifícios interligados, localizado no monte Marpo Ri, com mais de 1.000 salas, 10.000 santuários e 200.000 imagens.
Construído em 635 pra servir como palácio real do rei Songtsen Gampo, foi reconstruído em 1645 por Lozang Gyatso, o 50o Dalai Lama e foi durante muito tempo a residência e centro do poder do lamaismo.
O nome Potala vem da montanha Potalaka, no sul da Índia e em sânscrito significa buddha da compaixão.
O palácio sofreu bastante com incêndios e confrontos fazendo com que mais de 10.000 documentos históricos, e obras de arte tenham sido perdidos. Desde 1994 é considerado patrimônio universal da Unesco e hoje é um museu.
Porém, devido à fragilidade de sua estrutura, são permitidos apenas 1.600 visitantes por dia, que podem visitar apenas algumas áreas do palácio e parte da residência do Dalai Lama.
Depois de subir os 2.000 degraus do palácio, a vista das montanhas e do centro da cidade é uma recompensa.
Monastério Sera e o debate dos monges
Se Ra em tibetano significa rosa selvagem, as mesmas rosas selvagens que crescem nas encostas onde está localizado este monastério.
O monastério Sera é considerado uma universidade para os monges. Estima-se que milhares de monges foram formados ali. Hoje em dia restaram apenas poucas centenas, e sua ‘atração’ principal é o debate entre os monges, que acontece todos os dias às 15 horas.
O debate entre os monges budistas é um processo de aprendizado, ele facilita a compreensão da filosofia budista, e sua origem vem de uma antiga tradição hindu.
Durante o debate, realizados ao ar livre, aprendizes e mestres trocam desafios sobre as escrituras, em um ritual seguido por todos os monges.
Primeiro, o mestre gira o rosário de orações no braço, e batem as mãos e o pé durante a pergunta. Depois, o aprendiz deve logo responder, sem muito tempo para pensar.
Me encantei pelo Sera e não consigo parar de pensar como não é certo o que acontece no Tibet, e como todo e qualquer povo deve ser livre.
Monastério Drepung
O monastério Drepung é um dos três pilares do budismo tibetano junto com os monastérios Sera e Gaden.
Tivemos a sorte de acompanhar uma lição ao ar livre para para os monges.
Além disso, aprendi mais sobre roda de oração, um cilindro, feito de cobre, prata ou ouro, que contem mantras – as palavras sagradas- esculpidos ou escritos em papel.
Quando essa roda gira, ela emite uma energia sutil, capaz de gerar saúde, paz, equilíbrio, e vitalidade para todos.
Nagajurma, um dos principais mestres budistas, dizia que os mantras impressos tinham tanto poder quanto os cantados.
Segundo ele, o fato de rodarem aos quatro ventos, permitia que os benefícios se espalhassem para além do tempo e do espaço.
Johkang
O Jokhang é o templo supremo do budismo tibetano, localizado na praça Barkhor, no coração de Lhasa. Ele foi construído no século VII pelo rei Songtsan Gampo, primeiro rei budista do Tibet.
O rei se casou com 2 princesas, uma chinesa e uma nepalesa e elas trouxeram como presente, duas das mais antigas estátuas de Sakyamuni, Sidarta Gautama, o Buda. A estátua da princesa chinesa ainda pode ser vista no Jokhang.
A lenda dos 13 templos e monastérios tibetanos
Um mito conta que um demônio (feminino) ocupa toda a extensão do território tibetano.
Os tibetanos acreditam que o mapa do Tibet é na verdade um demônio deitado de costas, com os braços abertos. Para dominar e controlar a energia deste demônio, o rei Songtsan Gampo, encomendou a construção de 13 templos e monastérios em treze pontos do corpo do demônio, em 13 regiões do Tibet.
O Jokhang é o mais importante de todos pois é o templo que foi construído no coração deste demônio.
Histórias misteriosas falam de um lago de sangue sob o Jokhang, sangue do coração do demônio. Dizem que qualquer pessoa que colocar sua orelha no chão da catedral, o centro sagrado da Terra das Neves, ainda pode ouvir o coração pulsante do demônio.
O mercado a céu aberto na praça Barkhor é imperdível. Pode-se achar de tudo, e a ordem é pechinchar. A praça em si é muito importante, um lugar bastante representativo para peregrinos e tibetanos.
Pra mim foi muito significativo ver e sentir os chineses quebrando o coração do Tibet. Como a praça é um importante foco de protesto político – ainda que muito reprimido pela presença massiva do exército chinês -, existem câmeras espalhadas pelos tetos dos prédios filmando tudo o que acontece, o tempo todo.
Onde comer em Lhasa, no Tibet
Uma das minhas grandes preocupações no Tibet, na China, em geral, era a comida. Ouvi tantas histórias de pessoas que foram prá China e só comeram em McDonald’s, que odiaram tudo. Será que iríamos sofrer muito com as diferenças culinárias?
Surpreendentemente NÃO! A comida no Tibet é maravilhosa! Com influências indianas, nepalesas e chinesas, tínhamos muitas opções todos os dias.
Os tradicionais momos, de batata, queijo de Yak, vegetais estavam sempre presentes nas nossas refeições. Os cogumelos tibetanos, a carne de yak, os noodles, arroz frito, tudo uma delícia.
Em Lhasa fomos a diversos restaurantes, e o campeão foi o Namastê, de longe a melhor comida da viagem. De cozinha continental à tibetana, passando pela nepalesa, indiana e chinesa.
Amei o nan, chow mein de yak e a marsala de cogumelos. E o melhor: refrigerantes e cerveja gelados! De vez em quando me pego sonhando com a comida deliciosa do Namastê.
As mudanças e o futuro de Lhasa
Lhasa é uma cidade que ainda povoa meus sonhos. Presenciamos um momento de transição. Em maio de 2013 Lhasa não era mais o que já foi um dia, nem é o que será daqui pra frente.
Viva o vídeo!
Você tem curiosidade para saber como é conhecer o Tibet?! Já assistiu nosso Vídeo Inspiração Tibet para ter um gostinho do que é viver uma cultura milenar como a cultura tibetana!
A pequena cidade de Salem, no estado americano de Massachusetts fica pertinho de Boston e é famosa pelos mistérios que cercam o episódio que ficou conhecido como ‘Julgamento das Bruxas de Salem’, que inspirou filmes e mantém até hoje a fama de capital mundial das bruxas!
É claro que durante uma rápida visita que fizemos a Boston, não poderíamos deixar de conhecer e explorar a famosa Salem. E olha só o que encontramos!
Explorando Salem, a capital mundial das bruxas!
A famosa ‘caça às bruxas de Salem‘ aconteceu entre 1690 e 1692 e nessa época, Salem era mais um vilarejo de puritanos e de uma hora para a outra a cidade foi consumida por uma paranoia coletiva, que levou a mais de 200 prisões, tortura e pelo menos 20 execuções por ‘bruxaria’, inclusive a de 2 cachorros, que acreditavam estar possuídos pelo demônio.
A fama da cidade gira em torno do mistério das bruxas e do ocultismo, então, se você curte esse assunto, Salem é o lugar certo pra você!
A História da caça às bruxas em Salem
A história do episódio de Caça às bruxas de Salem começou quando oito meninas que viviam nos arredores de Salem começaram a ter comportamentos estranhos. As moças rolavam, gritavam, grunhiam, e caíam doentes sem motivo aparente. Elas ficavam correndo em círculos, e começaram a dizer que haviam sido enfeitiçadas por determinadas pessoas, que tinham um pacto com o demônio.
Logo a cidade entrou em uma histeria coletiva! Os surtos eram cada vez mais frequentes, animais morriam, árvores cheias de frutos secavam, centenas de cidadãos de Salem foram presos, e 20 foram enforcados.
A teoria do pão de centeio contaminado
Uma teoria muito interessante é a de que a histeria coletiva em Salem possa ter sido causada por ingestão de pão de centeio contaminado pelo fungo Claviceps purpurea(substância natural da qual o lsd é derivado), o que pode ter gerado os sintomas de euforia nas adolescentes, e somado ao fervor religioso poderia ter causado as alucinações.
Outras teorias são baseadas nas tensões internas entre as famílias na época, e nos conflitos políticos na sociedade puritana.
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Logo que saímos do centro de visitantes – com mapinha nas mãos – começamos a seguir a trilha vermelha no chão, que nos levou aos principais pontos turísticos em Salem.
A melhor maneira de andar pela cidade é fazendo um tour guiado para conhecer mais sobre a história e as peculiaridades da cidade. Esses dois tours são recomendados:
Se você preferir bater perna pela cidade, de maneira independente, também não tem problema! Durante as horas que passamos em Salem visitamos alguns lugares bem interessantes.
Confira as nossas dicas do que fazer em Salem durante 1 dia.
» Salem Witch Museum
O Salem Witch Museum, ótima escolha de museu na cidade para quem quer saber mais sobre a história das bruxas de Salem.
O Witch Trials Memorial, memorial ao redor do Old Burying Point, onde foram enterrados os condenados durante a Caça ás bruxas.
Ainda dá pra fazer um tour pela cidade com o ônibus, o que pode ser legal dependendo do tempo que você tiver disponível.
Que Salem é uma cidade com muitos mistérios ninguém duvida, não é mesmo?! Visite Salem e descubra você também os segredos das bruxas!
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Uma visita ao pronto-socorro nos EUA pode facilmente ultrapassar os 5.000 dólares. Já pensou pagar isso do próprio bolso?
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Como chegar a Salém, Massachusetts a partir de Boston
Para ir de Boston a Salem percorremos cerca de 40km pela 1N, I93 e I95. Assim que decidimos alugar um carro, já fiquei interessada em conhecer uma das cidades mais famosas da região.
Na minha opinião, alugar um carro nos Estados Unidos é a melhor maneira de conhecer o país. Eu não perco uma road trip! Adoro alugar carro onde quer que eu vá e acho que vale muito a pena.
Se você não está de carro – o que recomendo em Boston, porque estacionamentos em hotéis são MUITO caros -, dá pra chegar até a cidade de trem, ônibus ou ferry.
Uma super dica para economizaré usar um comparador online para comparar preços de diferentes locadoras em uma única plataforma.
Nós sempre usamos o site da Rentcars, empresa brasileira que garante o melhor preço, as melhores condições, com pagamento em real, parcelado no cartão de crédito e sem iof.
Dizem que o melhor período pra visitar Salem é durante o Halloween (31 de outubro). Eu não duvido e morro de vontade de visitar a cidade nessa época. Dizem que os passeios noturnos pelos cemitérios da cidade são divertidíssimos. Você tem coragem?
Onde ficar em Salem
Se você estiver afim de curtir a noite de Halloween em Salem ou se não estiver afim de fazer um bate e volta de Boston, você pode passar a noite na cidade.
O ideal é se hospedar no centro da cidade pra conseguir fazer todos os passeios a pé e não se preocupar com o carro, né?!
Boas opções de hospedagem no centro de Salem, são:
Sou suspeita, confesso. Mesmo assim, tenho absoluta certeza que o Lago Di Garda é um dos destinos mais lindos da Itália, que vai conquistar seu coração! Quer apostar?!
O Lago di Garda
O Garda é o maior e mais mediterrânico dos lagos alpinos da Itália, com vilas e pequenas cidades esculpidas em suas margens, cada uma com beleza e luz natural diferente.
Localizado no norte do país entre as regiões de Trentino, Veneto e Lombardia, foi parte da Austria-Hungria até 1918 e palco de muitos episódios da história italiana, desde a época romana.
Neste post vamos fazer um giro rápido pelas cidades mais lindas do Lago di Garda, puxando sardinha pra Sirmione, nossa cidade preferida que foi nossa base na viagem, e é uma das mais charmosas cidades à beira do Lago di Garda.
Como chegar ao Lago di Garda
Os aeroportos mais próximos do Lago di Garda são os aeroportos de Milão, Verona e Veneza. Você também pode chegar até as estações de trem de Desenzano ou Peschiera del Garda.
» Aluguel de carro na Itália
Mas pra mim, a melhor maneira de viajar pelo Lago di Garda é alugar um carro e dirigir por conta própria pela Itália. Você fica independente e faz as coisas no seu tempo.
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Outra etapa fundamental no planejamento de uma viagem para a Itália é a contratação de um seguro viagem. Todos os países signatários do Tratado de Schengen exigem que os viajantes tenham um seguro com cobertura mínima de € 30.000 e a Itália é um deles.
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Sirmione é uma cidade antiga e foi, provavelmente, o balneário favorito das famílias ricas de Verona durante o império romano. Um de seus principais cartões postais é o Castello Scaligero di Sirmione, do século 13, exemplo de um porto fortificado usado pelos Scaligeri, coração histórico de Sirmione.
A charmosa cidade oferece programas para todos: praias incríveis – praia de lago, claro! -, restaurantes deliciosos, gelaterias, e paisagens maravilhosas. Parece um sonho!
Sirmione tem uma ótima estrutura turística. Você pode se hospedar dentro no centro histórico da cidade ou em Colombare di Sirmione, onde os preços serão mais camaradas e você pode alugar seu próprio apartamento. Leia mais dicas de onde se hospedar em Sirmione.
Seguindo a Gardesana Ocidental, passamos por Rivoltella, na minha opinião uma das partes mais bonitas do lago.
Essa coisa da cor é muito interessante no lago di Garda, até impressionante, eu diria. O lago parece ‘magicamente’ trocar sua cor a cada nova paisagem. É surpreendente encontrar estes tesouros a cada pequena cidade e vilarejo.
No caminho até Salò fizemos um pit stop na praia próxima a Manerba, que estava lotada. Foi ótimo dar um mergulho antes de seguir nossa jornada. Uma delícia!
Seguimos até Salò, que é uma das cidades com mais charmosas do lago, e com muita história. A cidade foi a capital da república social italiana de 1943 a 1945, chamada de “República de Salò“. Ela foi palco dos últimos dias de Mussolini. E se você quiser, pode até ficar hospedado na Villa onde Mussolini e sua amante ficaram hospedados antes de sua morte.
Almoçamos em Salò, que também oferece diversas opções pra todos os bolsos.
Depois de Salò seguimos até Gardone Rivera, onde pegamos a estrada panorâmica e fomos parar em Tresnico, no alto da montanha. A parada foi supresa, simplesmente seguimos a placa que dizia Strada Panoramica e fomos subindo, subindo, subindo. Nem preciso comentar sobre a vista, né?
A próxima parada foi Limone Del Garda, uma linda cidade construída entre as montanhas e o lago, famosa por suas plantações, os jardins de limões, chamados limonaias. Esta pequena e tranquila cidade, enfeitada pelas cores exuberantes de suas flores tem pequenos restaurantes a beira do Lago, que valem pela linda vista que oferecem.
O Limoncello e os produtos a base de limão são característicos da cidade e vendidos nas lojinhas de souvenir, que enfeitam ainda mais as ruelas, tornando o lugar ainda mais charmoso.
Riva é a cidade mais ao norte do lago, com um visual impressionante – mais uma vez -. Depois de deixarmos o carro em um estacionamento, com acesso direto ao centro da cidade, demos uma voltinha por um dos 2 portos de Riva, cidade bem equipada para o windsurf e vela – muitos campeonatos importantes de windsurf são realizados em Riva -.
As praias são bastante movimentadas também, e aqui em Riva o azul do lago escurece um pouco. A região norte é a mais profunda do lago, com 350 metros de profundidade. O vento aqui também é bastante forte.
Voltamos para Sirmione pelo outro lado, utilizando a Gardesana Oriental, que também nos proporciona belíssimas paisagens, ainda mais em um final de tarde…
8. Malcesine
Uma das maneiras mais legais de se apreciar o lago de Garda é pelo alto.
A Funivia Malcesine – Monte Baldo, que fica na charmosa Malcesine, cidade na margem oriental do Garda. A Funivia fica bem perto do centro histórico e tem um estacionamento subterrâneo que atende bem quem vai pegar o bondinho até San Michele ou até o Monte Baldo, 1760 metros acima do nível do mar.
Uma das experiências mais interessantes deste passeio é que as cabines (bondinhos) do segundo percurso S. Michele – Monte Baldo são giratórias, oferecendo uma visão de 360 graus. A impressão de estar voando durante os 10 minutos de percurso. No verão, prefira sempre as primeiras horas da manhã, para evitar a fila de turistas, apesar de muito organizada e de fluxo rápido.
Já na entrada da Funivia pude avistar de um ótimo ângulo o Castello Scaligero de Malcesine, o que já me deu um gostinho do que estava por vir.
A subida até o Monte Baldo é muito rápida, e ao chegar lá em cima, você dá logo de cara com a imensidão azul do lago di Garda. O passeio é incrível e vale muito a pena. Pra quem gosta de aventura, os passeios de bicicleta e voo livre são uma ótima opção. Nós, como sempre, preferimos o passeio fotográfico pelo centro histórico da cidade…
Ainda paramos em Bardolino para curtir um pôr do sol lindo e colorido + Spritz, drink típico dessa região, feito com Aperol e prosseco.
Bardolino é um charme, as lojinhas, as pequenas vielas, o porto.
Acho que o verão é provavelmente a melhor época prá fazer esta viagem. Eu e Sofia já conversamos bastante sobre isso, mesmo porque é um lugar que queremos voltar, e com certeza em outra estação, prá comparar como o clima muda. No verão, apesar do excesso de gente, tenho a impressão de ver e vivenciar a vida dessas cidadezinhas em seu máximo, a pleno vapor. As cidades estão vivas, coloridas, o clima de verão deixa tudo animado e colorido.
Em Peschiera del Garda fizemos uma das coisas mais divertidas da viagem: O passeio de barco elétrico que Gabriel ‘adoramos’ pelas muralhas medievais de Peschiera.
O barquinho elétrico com 4 lugares vai bem devagarzinho, mas é muito divertido. Até o Gabriel conseguiu dirigir um pouquinho, sob supervisão, claro!
Ainda em Peschiera del Garda, curtimos um pôr do sol lindo. Aliás, este é um quesito que o lago di Garda é campeão!!
Este roteiro de 10 dias na Itália vai te fazer viajar por um dos países mais incríveis dessa nossa aldeia mundo. Ele foi pensado para me fazer conhecer e reconhecer este país cheio de encantos e para apresentar pra Sô um país que é tão importante na construção da minha história.
Minha família materna é de Carpi, província de Modena, no norte da Itália e quando pequena, costumávamos visitar Zia Teresa e suas infinitas histórias, que ouvíamos de maneiras diferentes a cada ano.
Eu, minha irmã e minhas primas pequenas brincávamos pela imensa e antiga casa, que na cidade antiga, no país antigo, nos dava, mesmo sem sabermos na época, uma lição de Itália.
Só 10 dias?
Sei que 10 dias não é muito tempo, principalmente para viajar para a Itália, um país que para você conhecer tem que ir com calma e experimentar o verdadeiro Italian Way of Life, mas posso garantir que em 10 dias dá pra conhecer muita coisa e aproveitar algumas jóias italianas!
Nossa base dessa viagem de 10 dias foi Sirmione, no Lago di Garda e a partir dali, fizemos uma série de viagens paralelas, sempre com um carro alugado.
Para mim, a melhor maneira de viajar pela Itália é de carro. Você fica independente, faz as coisas no seu tempo, resolve onde e quando quer parar.
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Além de garantir o mehor preço, a Rentcars oferece atendimento em português e pagamento em real, sem cobrança de iof. Uma ótima dica para economizar tempo e dinheiro!
Apesar de amplamente divulgado em diversos sites pela internet que não é preciso apresentar a PID para alugar carro na Itália, não se engane!
O documento pode ser exigido a qualquer momento e se você não o apresentar, poderá receber uma multa.
A boa notícia é que a PID é um documento super simples de ser feito.
Você pode fazer direto no DETRAN da sua cidade (alguns estados possuem pedido online) ouemitir a PID online através do site carteirainternacional.org, do Automóvel Clube Brasileiro (ACBr). Única entidade civil autorizada a emitir a PID no Brasil além dos DETRANs.
Tanto eu quanto a Sofia e muitos leitores do blog já emitimos a PID com eles e deu tudo certo.
A PID do ACBr tem um preço fixo para todo o Brasil de R$ 243 + frete. Não importa onde sua CNH esteja registrada.
Mais barato que o DETRAN de 15 estados brasileiros: Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rondônia, Roraima, São Paulo e Sergipe.
É bom ressaltar, porém, que a permissão internacional não substitui a sua habilitação nacional. Então lembre-se sempre de carregar os dois documentos para evitar problemas (além do seu passaporte).
Neste dia demos a volta pelo Lago di Garda, e passando por cidadezinhas incríveis como Salò, Limone, Riva del Garda e Malcesine. Você pode usar o Roteiro de 2 a 5 Dias no Lago di Garda para organizar a sua viagem para este paraíso.s
O seguro viagem para a Itália é obrigatório assim como para a entrada em todos os países signatários do Tratado de Schengen exigem que os viajantes tenham um seguro com cobertura mínima de € 30.000.
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» DIA 4: Cinque Terre
Tudo bem o Parque Nacional Cinque Terre, patrimônio da UNESCO desde 1997, não fica muito no norte da Itália, mas era um destino que eu estava totalmente de olho, que fica na fronteira entre a Liguria e a Toscana.
As 5 vilas são espetaculares, e oferecem aos visitantes vistas incríveis e um mar azul lindo!
Escrevemos um post especialmente sobre Cinque Terre, onde você pode ler um monte de dicas sobre como organizar a sua viagem!
Aproveitamos pra fazer um rápido passeio pelo Vale d’Orcia, passando pela incrível cidade de San Quirico d’Orcia, uma das cidadezinhas mais bonitinhas que já conheci. Além disso, o vale d’Orcia é um ótimo destino pra aumentar seu estoque de vinhos!
AChina é um país incrível, gigante e plural e conhecer Pequim, ou Beijing, como é atualmente chamada, é como ir direto ao coração de um dos países mais interessantes do mundo. Tivemos 3 dias para conhecer um pouquinho da cidade e dicas valiosas sobre o que fazer em Pequim em uma viagem pelo outro lado do mundo!
Pequim, a capital da China
Pequim, ou Beijing, novo nome da cidade adotado desde as Olimpíadas de 2008, é a capital da República Popular da China e é uma das cidades mais populosas e antigas do mundo.
A primeira impressão que tive ao sair do mega aeroporto internacional de Beijing, foi: Vai ser difícil entender e se fazer entender aqui. E vai ser difícil respirar com tanta poluição. Mas vamos lá, tem muita coisa pra fazer em Pequim!
Qual é a melhor época para visitar Pequim
A melhor época para visitar Pequim é de abril a maio (primavera) e setembro a novembro (outono), quando chove menos e as temperaturas estão mais amenas.
No verão faz muito calor e chove bastante e no inverno pode até nevar. Os dias são bem mais curtos nessa época do ano.
Gráfico e dados: World Bank Climate Change Knowledge Portal
Minha experiência em Pequim foi um pouco conturbada, já que contratei um pacote turístico que incluía city tour e uma ida à Muralha da China. Erro que paguei com uma viagem muito corrida, quase sem tempo de respirar. Se eu fizesse de novo, com certeza faria tudo por conta própria.
Outra opção é contratar um guia para um passeio particular. Vou deixar o contato da Linda, a nossa guia, que faz tours particulares. Bem mais interessante. O e.mail dela é [email protected].
O que fazer em Pequim
O nosso City Tour Roubada Saia Fora incluiu visitas à Cidade Proibida, ao Templo do Céu e ao Palácio de Verão, além do famoso Ninho de Pássaro, o Estádio Nacional de Pequim e da ‘apetitosa’ Wangfujing Street. Ainda conseguimos encaixar nesses 3 dias uma ida até a Grande Muralha da China. Experiência que ficou marcada na minha memória!
Tá pensando em viajar para a China e quer saber o que fazer em Pequim? Dá uma olhada nessa lista para se inspirar!
✓ Conhecer a Cidade Proibida
A Cidade Proibida é considerada uma das atrações mais importantes do centro antigo de Pequim. E é prioridade na sua lista do que fazer em Pequim.
Esse imenso palácio imperial foi construído no começo do século XV (meados da Dinastia Ming) e durante quase 5 séculos serviu como a residência do Imperador. Daí o nome ‘Cidade Proibida’: ninguém podia sair ou entrar nesse imenso palácio sem a permissão do Imperador.
É um lugar muito interessante para aprender mais sobre a história de uma das civilizações mais antigas do mundo!
✓ Ver a vista do Parque Jingshan
Aproveite a visita a Cidade Proibida para subir até o alto do Parque Jingshan, para apreciar a vista.
✓ Visitar o Templo do Céu
O Templo do Céu, ou Temple of Heaven, é um complexo de templos da religião taoísta localizado no sul de Pequim. Ele foi construído em 1420 e era usado para pedir bençãos para as plantações na primavera e agradecer a colheita no outono. Lindo, né?!
Desde 1998 é considerado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
✓ Conhecer o Ninho de Pássaro
Conheça também o Birds Nest, ou em bom português, Ninho de Pássaro, o estádio nacional de Pequim.
✓ Visitar o Yiheyuan, Palácio de Verão
O Yiheyuan é também conhecido como Palácio de Verão, e a palavra significa “Jardim da Harmonia Cultivada”. Ele é formado principalmente pela pela Colina da Longevidade e pelo Lago Kunming, um lago totalmente artificial.
Aproveitamos o dia para passear e fotografar! Como é incrível conhecer lugares tão diferentes de casa, né?!
Até passeio de barco pelo Lago Kunming fizemos. Bem turistão, né?
✓ Comer na Wangfujing Street
Uma das regiões mais incríveis de Pequim é a Wangfujing. É uma área comercial bem turística onde você pode ‘tomar um suco concentrado da China atual’.
É aqui que fica a Wangfujing Snack Street, a rua das comidinhas estranhas e maravilhosas. Como não experimentar o espetinho de escorpião?
Fiquei totalmente absorvida por aquelas cores e cheiros. Acho que como eu não compreendia os signos linguísticos, a minha compreensão daquela realidade, 11 horas no futuro, como eu gosto de falar tomou uma outra proporção.
Era como um mundo paralelo. Eu via aqueles homens, mulheres, velhos, crianças, centenas de pessoas andando pelas ruas e mesmo em meio a elas, eu não era parte.
Meus sentidos explodiram, as cores eram fortes, o amarelo muito intenso dos postes de luz, os pequenos escorpiões se debatendo nos espetinhos nas lojinhas de comida. A gritaria dos vendedores, as risadas dos turistas. Não foi à toa que a rua Wangfuginj foi meu endereço preferido em Beijing.
Outra experiência que você não pode deixar de fazer em Pequim é participar de uma cerimônia do chá.
✓ Mais comida no Donghuamen Night Market
Pertinho do nosso hotel em Pequim, o Kapok Hotel, encontramos o Donghuamen Night Market, um mercado noturno muito fofo e super fotogênico.
É claro que fomos direto experimentar os famosos espetinhos de escorpião. Aliás, fomos não, meu pai experimentou.
Preferi ‘jogar seguro‘ e garantir um jantar gostoso!
✓ Fazer compras em Pequim
Em nosso único dia de compras fomos até o Silk Market e nos divertimos bastante! O negócio na China é não ter medo de pechinchar, MESMO! E particularmente no Silk market, o melhor é ir cedo!
✓ Conheça os tradicionais hutongs chineses
Visite os tradicionais hutongs chineses e viaje no tempo até os tempos antigos da cidade. Observe a vida acontecer em frente aos seus olhos!
Na minha opinião, as melhores regiões para ficar em Pequim são:
✓ Wangfujing: É uma das melhores áreas para ficar em Pequim, principalmente se é a sua primeira vez na cidade. É uma região central e bem movimentada da cidade
✓ Qianmen: Outra ótima região para ficar em Pequim, principalmente para os foodies. Localizada ao sul da Praça da Tiananmen e é uma área super conveniente para se hospedar na cidade, pertinho da Cidade Proibida.
✓ Sanlitun: Se você quer se hospedar em uma região moderna, ‘fashion’ e internacional, com uma agitada vida noturna, esse é o lugar certo para ficar em Pequim.
✓ Gulou e Nanluguoxiang: Quer se hospedar em uma região menos turística na cidade? Então as regiões de Gulou e Nanluguoxiang são os lugares perfeitos para você ficar em Pequim. Sinta o clima ‘antigo’ da cidade. Experimente a vida em um tradicional hutong e viva o cotidiano dos locais.
Nos hospedamos no hotel Hotel Kapok e adoramos! O hotel é super bem localizado, moderno e dava pra ir à pé até a Cidade Proibida e Wangfujing Street.
Beijing é incrível, e super fácil para andar sozinho. O grande problema é o trânsito, demora-se muito tempo para andar de um lado para o outro. Por isso o metrô é uma ótima solução, é só comprar o ticket em umas das máquinas nas estações, dizendo até qual estação você vai (sempre bom andar com um mapinha, geralmente distribuído no hotel).
Aproveite para andar bastante, principalmente pelas ruas exclusivas de pedestres espalhadas pela cidade. Você não vai se arrepender!
E não se esqueça do seguro viagem, hein?
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Como preparação para a viagem até a China e o Tibet, tive que resolver alguns assuntos burocráticos e aprendi algumas dicas que vão te ajudar a tirar o visto da China fácil fácil em São Paulo! Quer ver?
Fotografia 3X4 colorida recente em fundo branco. A foto precisa ser em papel fotográfico (não são permitidas fotos digitalizadas) e deve ser colada no espaço apropriado no formulário. Veja regras para fotos.
Reserva das passagens aéreas de ida e volta. (anexar cópias impressas).
Reservas dos hotéis em todas as cidades, ou carta convite emitida por órgão ou indivíduo chinês. (anexar cópias impressas).
Em outubro de 2017 entrou um vigor o novo acordo bilateral entre Brasil e China, com o intuito de facilitar a emissão de vistos de turista entre os dois países. O acordo estendeu a validade do visto chinês de 3 meses para até 5 anos e determinou um prazo de até 5 dias úteis para a emissão do visto.
Ótimo para quem tá pensando em viajar para a China, né?
Como tirar o visto da China em São Paulo
O processo para tirar o visto da China em São Paulo é super simples. Você pode fazer pessoalmente no Consulado da China em São Paulo, ou pedir para que alguém entregue os documentos para você lá.
» Onde fica o Consulado da China em São Paulo
O Consulado da China em São Paulo fica na Rua Estados Unidos, 1071, no bairro dos Jardins. Você pode chegar lá de carro, ônibus ou Cabify – faça seu cadastro por este link e ganhe créditos para usar -.
Se não quiser pagar o estacionamento caríssimo na frente do Consulado, pode estacionar nas ruas paralelas à Rua Estados Unidos. Se chegar cedinho, com certeza vai achar uma vaga.
» Qual é o horário de funcionamento do Consulado da China em São Paulo
O horário de atendimento do Consulado da China: de segunda à sexta, das 9h às 11h30, tanto para solicitar o visto da China quanto para retirá-lo. A fila funciona por ordem de chegada; por isso, é importante chegar cedo, hein?
Quanto custa o visto da China
Depois do acordo que entrou em vigor no dia 1º de outubro de 2017, o visto da China permite múltiplas entradas no país, com validade de 5 anos. O visto custa R$320 e terá validade de 5 anos somente se seu passaporte tiver no mínimo 1 ano de validade.
Se esse não for o seu caso, você pagará o mesmo valor e seu visto terá apenas 6 meses de validade.
Após receber uma senha, você vai entregar os documentos e receberá um canhoto com os valores e dados para depósito bancário, que deverá ser feito em dinheiro, na boca do caixa, em uma agência do banco Bradesco. É importante ressaltar que o Consulado não aceita outras formas de pagamento, como cheque, cartão de crédito, e nem mesmo pagamento no caixa eletrônico ou por transferência bancária, hein?
Com o canhoto e o comprovante de pagamento, você deverá retirar o visto da China em até 4 dias úteis no próprio Consulado.
Preciso de visto para conexão na China?
Agora, se você faz conexão na China por até 72 horas, e chegará – e sairá – pelos aeroportos internacionais de Beijing e Shanghai você não precisa de visto.
Visto para Hong Kong e Macau
Brasileiros não necessitam de visto chinês para entrar em Hong Kong e Macau se a permanência for inferior a 90 dias.
Outras informações sobre a solicitação do visto da China
Cidadãos com dupla nacionalidade só poderão solicitar o visto no passaporte no brasileiro.
Ainda tem dúvidas sobre o visto da China?
Se você ainda tem alguma dúvida sobre o visto da China, pode entrar em contato com a Embaixada da China pelo telefone 61.2195 8200 ou e.mail [email protected].
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Se você tá pensando em fazer uma road trip pela Califórnia, não pode deixar de conhecer o Yosemite National Park, um dos parques nacionais mais impressionantes dos Estados Unidos. Durante nossa viagem de 10 dias pela Califórnia conhecemos o Yosemite no inverno e nos apaixonamos pela poesia das paisagens nevadas. Quer ver só?!
Existem 3 opções de caminho para chegar até o Yosemite no inverno:
1. Pela 120 (Tioga Road);
2. Pela 41 à partir de Fresno, passando por Mariposa Grove e Wawona;
3. Pela 140 à partir de Merced, passando por Mariposa.
A primeira opção é considerada a mais bonita de todas, mas estava fechada por conta da neve. Como estávamos vindo do Death Valley, no sul da Califórnia, resolvi não ir até lá por Fresno e seguir adiante até Merced. A CA-140 é considerada a ‘all-weather road’ e é sempre a melhor opção para chegar até o Yosemite no inverno.
Viajar de carro pelos Estados Unidos
Alugar um carro nos Estados Unidos é a melhor maneira de conhecer o país. É barato, as estradas são boas, as paisagens incríveis, e você ganha liberdade para fazer tudo no seu tempo.
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Voltando ao nosso caminho, começamos a viagem do Death Valley ao Yosemite cedinho e logo estávamos em Bakersfield. De lá até Merced foi praticamente um pulo, tirando o trânsito intenso da 99.
» O drama das correntes
À medida que nos aproximávamos do Yosemite a dúvida e a preocupação cresciam:
Subir a montanha com o carro ou não? E a neve? E as correntes dos pneus? E os amigos que pensam que somos loucas, duas mulheres sozinhas, de carro, na neve?
Como a Dollar fez o favor de miguelar o carro com tração, pensei em comprar correntes para os pneus no Wallmart e deixá-las no porta mala do carro. Isso porque você é obrigado a carregar correntes dentro de alguns parques estaduais em certas épocas do ano. Se as usássemos, bem. Se não, era só devolver em São Francisco. Pronto. Resolvido. Mas não foi bem assim.
Primeiro porque tentamos encontrar as correntes em Las Vegas, e nada. Em Bakersfield, nada. Além disso, eu já estava achando aquela história de corrente complicada demais, cara demais e ainda por cima descobrimos que no dia seguinte – o dia que teríamos para aproveitar o parque – chegaria à região a Tempestade de Inverno Q, a maior nevasca do inverno de 2013. Confesso que amarelei!
» A decisão: dormir em Mariposa e ir até o Yosemite de ônibus
Achei melhor dormir em Mariposa, 70 km distante do Yosemite Valley e de lá pegar o YARTS, um ônibus que sai de Merced e vai parando até chegar no Yosemite valley. E vou te contar uma coisa, viu?! Foi a escolha certa!
No dia da nossa visita ao parque nevou muito e mesmo assim aproveitamos demais sem nos preocupar com carro e correntes, nada. Sossego total. Se tivéssemos enfrentado o caminho até o Yosemite Valley com nosso carro alugado o perrengue teria sido grande.
A melhor opção para chegar ao Yosemite no inverno: YARTS
Perguntei sobre o YARTS na recepção do hotel, que funcionava 24 horas e a recepcionista disse que eu poderia comprar os 2 tickets ali mesmo e que o ônibus sairia em horários determinados, do Park and Drive ali pertinho.
No dia seguinte estávamos prontas, na frente do ponto, às 8:02 da manhã, quando exatamente neste horário chegou o ônibus. Pagamos U$12 cada uma, incluindo transporte de ida e volta e taxa de entrada no parque.
Se você for de carro até o Yosemite, terá que pagar uma taxa de U$30 de entrada por carro e o ingresso é válido por uma semana. Pra nós, que passaríamos apenas um dia no parque, ir de YARTS até o Yosemite já ficava mais barato.
DICA: se você estiver planejando conhecer vários parques nacionais americanos durante sua viagem, compre o America The Beautiful, o passe anual dos parques nacionais. Com ele você via economizar uma graninha e conhecer mais!
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Mariposa é uma cidade encantadoramente fria e o hotel que ficamos, o Minner´s Inn era muito legal, com um café da manhã muito gostoso, quarto grande com frigobar e micro ondas e foi uma pechincha! Reservei o quarto pelo Booking.com no mesmo dia, assim que resolvemos o trajeto, e deu tudo super certo.
A viagem de Mariposa ao Yosemite Valley pareceu mais demorada do que é, principalmente porque estávamos tensas com a chegada da tempestade, prevista para as 10 da manhã.
Descemos no ponto do centro de visitantes já delirando com as paisagens vistas da janela do ônibus.
O Yosemite National Park é um lugar incrível, patrimônio mundial desde 1984. É muito famoso por seus incríveis penhascos de granito, bosques, cachoeiras impressionantes e cumes que vão além de 4 mil metros acima do nível do mar, paraíso para escaladas.
A paisagem é deslumbrante e fiquei muito impressionada.
O tempo não ajudou muito, mas mesmo assim nos divertimos bastante, afinal de contas, não é todo dia que a gente pode brincar na neve, não é?
Como é visitar o Yosemite no Inverno
O inverno no Yosemite é uma estação muito especial. O parque não está tão cheio, e a gente pôde sentir um pouquinho do cenário gelado e perfeito que Ansel Adams tanto fotografou – e amou! -.
Ele costumava dizer: “Sometimes I do get to places just when God’s ready to have somebody click the shutter.”
» O Yosemite e o trabalho fotográfico de Ansel Adams
Ansel Adams é um dos mais importantes nomes da fotografia americana – e mundial -.
Nascido em São Francisco, teve vida “colorida e moldada pelo grande gesto da natureza” da SIERRA em Yosemite, segundo suas próprias palavras. Visitou o parque pela primeira vez em 1916, ainda criança, com uma Kodak No. 1 Box Brownie, e desde então fez visitas regulares, sendo considerado o primeiro a retratar as maravilhas de Yosemite. Fato tão importante, que hoje em dia, a Ansel Adams Gallery está localizada no coração do Yosemite Valley.
De fato, é impossível não pensar no parque preto e branco de Adams, principalmente no inverno.
» Conhecendo o Yosemite no inverno com a ajuda do transporte interno do parque
Para quem não estiver de carro, o parque oferece um sistema de ônibus que passa por um trajeto determinado com 21 pontos de parada, é quentinho, gratuito, e muito útil. Usamos bastante.
Aliás, o incrível site do Yosemite National Park ajuda bastante na preparação da viagem, e é uma ótima fonte de informação.
Se você quiser informação online de qualidade, pode também visitar o Guia Completo do Yosemite National Park, escrito pela Mari Vidigal, do Ideias na Mala, um blog IMPERDÍVEL para organizar a sua viagem para Califórnia!
Onde comer no Yosemite National Park
Almoçamos na sensacional Food Court do Yosemite Lodge at the Falls, já que o restaurante estava fechado.
Comi um hambúrguer de salmão do Alasca delicioso e a Sô comeu pasta. Tudo orgânico, inclusive o vinho californiano que nos deixou no clima para passar o resto da tarde explorando o parque.
As paisagens surreais do Yosemite National Park
Passei o dia sem fôlego com a quantidade de paisagens inacreditáveis que vimos e sentimos. Em alguns momentos chorei de emoção com a grandiosidade e a força da natureza ali. Separei algumas imagens para vocês.
Horsetail Fall: A cachoeira de fogo no Yosemite
Eu estava bastante animada porque estaríamos no Yosemite exatamente no final de fevereiro, época que acontece o incrível fenômeno Horsetail Fall do lado leste do El Capitan no Yosemite valley. Durante este período, se as condições de tempo forem corretas, o sol ilumina a cachoeira com um brilho laranja avermelhado que parece fogo!
Infelizmente a tempestade fechou o tempo durante nosso dia de passeio, e não conseguimos ver a ‘cachoeira de fogo’.
A volta para Mariposa
A tempestade durante o dia foi terrível, super forte, e fechou todas as estradas, e como ficamos enrolando para voltar para Mariposa, pegamos um dos últimos ônibus, já no escuro.
A viagem de volta até Mariposa foi ainda mais tensa, nevava muito e a estrada estava coberta por neve. Nosso ônibus atolou, e o motorista teve que descer para colocar corrente nos 4 pneus, uma situação super tensa! Ainda bem que não subimos a montanha de carro. Ia ser muito complicado. Quando chegamos até o Park and drive é que percebemos os estragos da tempestade. Olha como estava o carro:
Carro coberto de neve após nevasca em Mariposa, cidade perto do Yosemite.
Ainda bem que tivemos sorte e conhecemos uma senhora muito educada e prestativa que nos emprestou a pazinha para tirar a neve.
Aliás, a cordialidade californiana foi um dos pontos altos dessa viagem. Conhecemos pessoas super prestativas, interessadas em saber se estávamos bem. Foi incrível! Bem diferente do pessoal da costa leste, e o famoso cada um na sua.
No dia seguinte acordamos, tomamos café e – não tão cedo – partimos. A cidade amanheceu outra, toda branquinha, coberta de neve. Uma delícia!
E não se esqueça do seguro viagem, hein?
Contratar um bom seguro viagem para os Estados Unidos é a sua garantia de assistência especializada em caso de emergências médicas ou odontológicas durante a viagem, além de imprevistos como atraso de voo, extravio ou dano de bagagem e até perda de documentos.
Uma visita ao pronto-socorro nos EUA pode facilmente ultrapassar os 5.000 dólares. Já pensou pagar isso do próprio bolso?
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Depois de um dia de nevasca, é muito importante não sair muito cedo, porque a neve do dia anterior se transforma em gelo, e ai já viu, né?!. O melhor é esperar até o sol nascer, para derreter o gelo.
Saímos de Mariposa após checar as condições das estradas e garantir que as estradas já estavam limpas e que não encontraríamos nenhuma surpresa pelo caminho, depois do ‘trauma do ônibus’.
Estávamos prontas – e ansiosas – para nossa próxima parada, São Francisco!
Para chegar até lá cruzamos o San Joaquin Valley, com mais vistas incríveis, e sinal do celular de volta.
O ponto alto de toda viagem de carro é a estrada. Na maioria das vezes o caminho é muito mais importante que o próprio destino. E durante nossa viagem de 10 dias pela Califórnia tivemos muita estrada! Mas definitivamente, ir do Death Valley ao Yosemite no inverno foi um dos pontos altos dessa nossa aventura. Vou contar tudo pra você!
Como ir do Death Valley ao Yosemite no inverno
Saímos cedinho de Stovepipe, no Death Valley em direção ao Yosemite National Park, no norte da Califórnia, um dos parques nacionais mais visitados dos Estados Unidos.
Como era inverno, tivemos que escolher a rota mais longa: seguir pela Highway 190, pegar a 395 e seguir pela 99, rodovia que liga o sul ao norte da Califórnia pelo vale central, chamado San Joaquin Valley.
Fomos obrigadas a fazer essa escolha pois durante o inverno (novembro a maio), a belíssima CA-120, ou Tioga Road fica fechada por conta da neve.
Os primeiros quilômetros depois de Stovepipe são bem complicados, pois a estrada é muito sinuosa e estreita, mas o visual é incrível! Seguimos firmes pela 190 até Panamint Springs.
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Essas contas são gratuitas e além de oferecerem um cartão de débito Mastercard sem taxas ou anuidade, usam o câmbio do dólar comercial (bem mais vantajoso do que o dólar turismo, usado pelas casas de câmbio e bancos) e cobra apenas 1,1% de IOF (menos que os 5,38% do cartão de crédito brasileiro).
Alugar um carro nos Estados Unidos é uma das melhores maneiras de conhecer o país. E não é a toa que a Califórnia é conhecida como um dos melhores destinos para uma road trip americana.
Considere o site da Caltrans o seu melhor amigo. É só digitar o nome da estrada pra conferir quais são as condições, em tempo real.
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A região do Panamint Valley tem uma história muito interessante, que vem sendo contada e recontada desde os tempos dos antigos habitantes da região, os índios Paiute, lembra deles lá do Zion National Park?!
A história fala da existência de uma cidade subterrânea encontrada por 2 moradores da região depois de terem descido por um buraco no fundo de uma mina de ouro abandonada. Eles teriam passado por debaixo das Montanhas Panamint e se depararam com uma enorme cidade, aparentemente abandonada há séculos, cheia de objetos de ouro e múmias preservadas que mediam mais de 2 metros de altura.
Os dois moradores teriam levado algumas peças até o Smithsonian Institute, mas a história não convenceu os cientistas, especialmente porque os dois homens não foram capazes de localizar novamente o tal buraco que levava até a caverna subterrânea.
Pra melhorar a história, Charles Manson, o famoso psicopata, foi preso pela última vez em 1969 nessa mesma região. E com ele foi encontrado equipamento de mergulho. Reza a lenda que ele também sabia da existência e da localização dessas cavernas subterrâneas. Será?
E não se esqueça do seguro viagem, hein?
Contratar um bom seguro viagem para os Estados Unidos é a sua garantia de assistência especializada em caso de emergências médicas ou odontológicas durante a viagem, além de imprevistos como atraso de voo, extravio ou dano de bagagem e até perda de documentos.
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Bem, voltando ao nosso trajeto do Death Valley ao Yosemite, continuamos na 190 até Olancha, passando pela incrível Father Crowley Vista.
Com companhia constante das Montanhas Inyo cercadas pelo deserto. Um visual alucinante!
Chegamos ao Owens Lake animadas com a queda da temperatura e com o visual incrível das montanhas nevadas.
Em Olancha você pode abastecer o carro, comer pistaches e ligar para casa.
Nossa programação neste dia era curtir a estrada, como começamos bem demais, resolvemos fazer um pequeno desvio da rota do GPS, que era seguir pela 395, depois pela 58 até Bakersfield, e de lá pegar a 99), e pegamos a 178 em direção ao Lake Isabella.
Calculamos esse desvio direitinho, olhando tanto nosso amado Rand McNally Road Atlas, quanto as condições das estradas. E devo confessar: Não nos arrependemos nadinha! O caminho foi MARAVILHOSO.
A 178 não é uma rodovia como a 58, que permite uma velocidade maior. Ela é uma estrada pra percorrer devagar, tranquilamente observando tudo. Começamos com um pouquinho do deserto Mojave, e suas incríveis Joshua Trees (não tão comuns no Death Valley). Passamos por esculturas naturais incríveis, e a viagem só ia ficando mais bonita depois que chegamos nos limites da Sequoia National Forest.
Fizemos algumas paradas para fotos do incrível Rio Bravo e seguimos em direção à Bakersfield, nossa parada para almoçar, e pegar a 99.
Uma longa jornada e muitas surpresas ainda nos esperavam até o sensacional Yosemite National Park, nossa próxima parada!
Minha primeira impressão de Las Vegas veio do alto. Olhei pela janela do avião e avistei a imensidão do deserto. Lá no meio do nada estava ela, uma cidade surreal. Esquisita eu arriscaria a dizer.
Fato é que Las Vegas é um destino estratégico para conhecer as belezas do oeste americano. Califórnia, Arizona, Colorado e Utah ficam pertinho de Nevada e vão fazer a sua cabeça. Pode apostar!
Nesse post vou te contar sobre a minha experiência em Las Vegas antes e depois de uma road trip de 10 dias na Califórnia.
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Essas contas são gratuitas e usam o câmbio do dólar comercial. Bem mais vantajoso do que o dólar turismo, usado pelas casas de câmbio e bancos. Além disso, cobram apenas 1,1% de IOF. Menos que os cartões de crédito brasileiros.
Apesar do fascínio pela cidade construída no meio do deserto, tenho que confessar que não fiquei muito fã do pique Las Vegas na primeira visita não. Foi preciso outra viagem e uma ida a Downtown Las Vegaspara me fazer mudar de ideia.
Como eu já te adiantei, minhas visitas à cidade têm – quase – sempre relação com viagens de carro pelo oeste americano.
Dessa vez passamos 10 dias viajando pela Califórnia e escolhemos Las Vegas como nosso ponto de chegada e partida. Durante a road trip de 2 semanas pelo sudoeste americano, explorando os estados de Arizona e Utah, fizemos a mesma coisa. Recomendo!
Como você pode perceber, a melhor maneira de explorar essa região é de carro. Se você tá pensando em Las Vegas, trate logo de alugar um! As tarifas de aluguel de carro em Las Vegas são bastante tentadoras, você vai ver.
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Viajar de carro pelos Estados Unidos é sempre uma tranquilidade. Mesmo assim, recomendo que você leia nosso guia completo de aluguel de carro nos EUAe tome alguns cuidados extras:
Outra etapa importante no planejamento de uma viagem para os Estados Unidos é a contratação de seguro viagem. Ele é a sua garantia de assistência médica em um acidente ou emergência.
Só para você ter ideia, um dia de internação nos Estados Unidos pode chegar a $5.220 dólares e uma apendectomia pode custar $16.000 dólares. Melhor investir bem menos e contratar um seguro viagem internacional, né?!
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Onde se hospedar em Las Vegas
Las Vegas é mundialmente conhecida como a cidade onde você pode se hospedar bem com pouca grana. Hotéis luxuosos espalham-se pela cidade e uma oferta está sempre à espreita.
Durante essa viagem nos hospedamos no Stratosphere, um hotel com ótimo custo-benefício.
Nossa dica é reservar um Select Room, um dos quartos renovados, super cheirosinho e com uma vista linda para as montanhas. O hotel fica super pertinho do Outlet Premium North, onde fizemos as compras para a parte ‘neve’ da viagem.
A localização é meio off-Strip, mas acabou sendo um ponto essencial, ótimo pra fugir do trânsito!
Além disso, hospedando-se no Stratosphere ainda pudemos subir de graça na torre para uma super vista da cidade.
Para não hóspedes, a subida custa U$18 e é feita no ‘elevador mais rápido do oeste‘. É no topo da Stratosphere Tower que você pode se jogar no bungee jump e nos outros brinquedos. O horário de funcionamento é das 10 à 1 da manhã, de domingo à quinta e até às 2 sexta e sábado.
Outros hotéis com bom custo-benefício em Las Vegas
Além do Stratosphere, também já nos hospedamos no Hard Rock Hotel e The Linq. Ambos aprovados. Fique de olho nas ofertas tentadoras que sempre aparecem no Booking.com.
Las Vegas tem zil opções de restaurantes, de todos os tipos, cores e sabores. Mas vou deixar duas dicas que sempre salvam a pátria pra nós.
Buffet do Whole Foods na South Las Vegas Boulevard
Se você ainda não conhece o Whole Foods, trate logo de conhecer. É um supermercado mais saudável que oferece um buffet maravilhosos de saladas e pratos quentes, tudo com qualidade excelente e um ótimo preço. Esse buffet é um velho conhecido nosso das viagens para Nova York. Não tem erro!
Café da manhã no Einstein Bros
Não tem como não amar os bagels do Einstein Bros. É um dos nossos restaurantes favoritos nos Estados Unidos. Já que a maioria dos hotéis em Las Vegas não oferece café da manhã incluso na diária, aproveite pra conhecer essa delícia! Pode me agradecer depois, hein?!
O Que Fazer em Las Vegas
Cirque du Solei
Como não podia faltar, compramos ingressos para o espetáculo ‘Love‘ do Cirque du Solei, no Mirage, inspirado nas músicas dos Beatles. Sofia comprou os ingressos online antes de irmos, e foi uma das melhores surpresas da viagem.
O espetáculo foi maravilhoso, e se você curte Beatles é programa necessário, muito emocionante.
Passear por Downtown Vegas
Sair da Strip e vá conhecer Downtown Las Vegas, o centro antigo da cidade. Essa região carrega muita personalidade e você pode ler mais sobre ela no Roteiro por Downtown Las Vegas.
Viaje com conexão!
Você pode comprar um um chip internacionalque inclui ligações e sinal de internet antes mesmo de sair do Brasil. E essa é uma das dicas que eu mais recomendo e que eu não abro mão nas minhas viagens. Faz muita diferença viajar com acesso constante e irrestrito a um aplicativo de GPS, WhatsApp e redes sociais e a America Chip oferece o melhor custo-benefício do Brasil.
A próxima etapa da nossa viagem de 10 dias pela Califórnia foi a viagem até o Death Valley National Park a 160 km de Las Vegas, na fronteira com a Califórnia. Vamos conhecer esse incrível parque nacional americano, ponto mais baixo da América do Norte.
Vai visitar vários parques nacionais americanos durante a sua viagem?! Economize uma graninha comprando o America The Beautiful, o passe anual dos parques nacionais americanos.
Leia mais sobre a road trip de 10 dias pela Califórnia:
O final do inverno de 2013 foi a época perfeita pra cair na estrada e embarcar em uma viagem de carro inesquecível de 10 dias na Califórnia. Visitamos alguns dos cartões postais de um dos mais importantes estados do oeste americano: São Francisco, Death Valley National Park, Yosemite National Park e percorremos a lindíssima Highway 1, curtindo as paisagens magníficas do Big Sur.
Olha só quanta coisa linda que tem para fazer na Califórnia, um dos estados mais incríveis dos Estados Unidos!
Roteiro de viagem de 10 dias na Califórnia
Rodamos 3.200 km no sul ao norte da Califórnia e fomos adaptando o roteiro da viagem à medida que os dias iam passando e as condições meteorológicas iam mudando. Olha só como ficou o nosso roteiro de 10 dias na Califórnia.
DIA 1. Chegada em Las Vegas DIA 2. Dia de estrada rumo ao Death Valley National Park DIA 3. Explorando o Death Valley National Park DIA 4. Do Death Valley ao Yosemite National Park DIA 5. Neve no Yosemite National Park DIA 6 e 7. São Francisco DIA 8. Highway 1 – Big Sur DIA 9. San Simeon – Las Vegas DIA 10. Las Vegas
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Viajar de carro alugado nos Estados Unidos é sempre uma tranquilidade. Já fizemos várias road trips pelo país e nunca tivemos nenhum problema.
Aproveite as ótimas tarifas para alugar um carro e botar o pé na estrada!
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» America, the beautiful, o passe anual dos parques nacionais americanos
Tá pensando em visitar os incríveis Parques Nacionais dos EUA?! Então você precisa conhecer o America The Beautiful, o passe anual dos Parques Nacionais Americanos.
Ele dá direito a entrada em todos os parques nacionais, áreas recreacionais e monumentos nacionais nos Estados Unidos e é uma boa compra se você tá pensando em visitar muitos parques durante a sua viagem.
Roteiro Detalhado: Viagem de 10 dias pela Califórnia
DIA 1. Chegada em Las Vegas
Nossa viagem começou em Las Vegas, em Nevada. A cidade é uma ótima base para conhecer o oeste americano e um bom destino para encontrar promoções de passagens aérea a partir do Brasil.
A cidade conhecida como ‘Cidade do Pecado’ também oferece excelentes opções de hospedagem a preços interessantíssimos. Leia o Guia: Onde se hospedar em Las Vegas para encontrar dicas de como economizar na cidade.
Vale a pena passar alguns dias conhecendo a famosa Strip e também Downtown Las Vegas, o centro antigo da cidade. Uma região interessantíssima, cheia de personalidade.
DIA 2. Dia de estrada rumo ao Death Valley National Park
Depois de um dia de preparação e compras em Las Vegas para começar a nossa road trip alucinante de sul a norte pela Califórnia, é hora de pegar a estrada em direção ao Death Valley National Park, já na divisa com a Califórnia.
O Death Valley, ou Vale da Morte fica a 160 km a oeste de Las Vegas e é o maior parque nacional americano fora do Alasca. Ele é famoso por seu clima muito quente, com recorde de temperatura de 59 graus Celsius. Imagine só! É no Death Valley que fica o ponto mais baixo de toda América do Norte, o Badwater Basin, 84,6 metros abaixo do nível do mar, uma das atrações do Death Valley National Park.
DIA 3. Explorando as belezas do Death Valley National Park
Gostamos tanto, mas tanto do Death Valley National Park, que resolvemos ficar mais um dia aqui pra curtir as maravilhosas horas mágicas do dia.
Olha só como é lindo o nascer do Sol no Zabrinskie Point!
Além do Badwater Basin e do Zabrinskie Point, também conhecemos o Dante’s Point, o ponto mais alto acessível do Death Valley, o Devil’s Golf Course, o campo de golfe do capeta, o Artist’s Pallet, as Mesquite Dunes e a Ubehebe Crater, formada pelo encontro de magma incandescente e água fria. Arrepiante!
DIA 4. Dia cheio de estrada para ir do Death Valley ao Yosemite National Park
Depois de me apaixonar pelo Death Valley era hora de pegar a estrada novamente rumo ao norte da Califórnia, dessa vez para conhecer o magnífico Yosemite National Park.
Como era inverno, tivemos que percorrer a rota mais longa até o parque, já que a belíssima Tioga Road(CA-120) fica fechada de novembro a maio.
Seguimos pela Highway 190 até Olancha, passando pela incrível Father Crowley Vista, tendo como companhia constante nesse trajeto, as Montanhas Inyo cercadas pelo deserto. Um visual inesquecível!
Seguimos rumo ao norte pela 99, cortando o vale central da Califórnia, chamado San Joaquin Valley até chegar em Mariposa, nossa base para conhecer o espetacultar Yosemite.
Com uma tempestade de inverno a caminho, preferimos deixar o carro em Mariposa e viajar até o Yosemite Valley com o ônibus YARTS, uma vez que pra subir a montanha seria necessário usar as temidas correntes para os pneus e eu não tinha nem noção por onde começar.
Em Mariposa nos hospedamos no aconchegante Miner’s Inn, que nos ofereceu abrigo durante a noite mais fria do ano na região!
DIA 5. Explorando o impressionante Yosemite National Park
Não tenho palavras para descrever o que senti quando vi pessoalmente esse gigante que é o Yosemite National Park.
Passamos o dia percorrendo caminhos e nos surpreendendo com as belezas nevadas de um dos parques nacionais mais bonitos e visitados dos Estados Unidos.
Pegamos neve e nos inspiramos no amor incondicional de Ansel Adams, o famoso fotógrafo americano que eternizou em suas fotografias toda a poesia de um dos lugares mais especiais do mundo. Quer saber mais?
Fizemos muita coisa em apenas 2 dias em São Francisco. Conhecemos o Mission Dolores Park, vimos a cidade do alto da Coit Tower, vimos as luzes se acenderem em Twin Peaks, visitamos a Union Square, o Fisherman’s Wharf, o Clarion Alley e conhecemos a charmosa Salsalito e a nerd Berkley.
Dirigir pela famosa Highway 1, também chamada de Pacific Coast Highway, é uma das coisas pra se fazer antes de morrer, sabe? Os cenários são belíssimos e a gente passa a viagem toda sem fôlego, louca pra parar e fazer uma foto.
Dormimos em San Simeon, onde paramos no final do dia para descansar da longa jornada de curvas. Você pode escolher entre as várias opções de hospedagem em San Simeon e continuar a sua jornada no dia seguinte.
DIA 9. San Simeon – Las Vegas
Acordamos cedo, tomamos um café reforçado e fomos logo ver uma das atrações de San Simeon, os leões marinhos.
Estávamos tão cansadas que decidimos mudar o roteiro e seguir direto para Las Vegas, passando pela região de Passo Robles e pelo famoso cruzamento onde James Dean morreu.
DIA 10. De volta a Las Vegas
De volta a Las Vegas, descansamos bastante, fizemos os backups das fotos e voltamos felizes da vida para o Brasil depois de uma road trip maravilhosa de 10 dias na Califórnia. Foi uma dessas viagens que marcaram nosso passaporte.
Recomendo muito!
10 dias na Califórnia | Roteiro no Mapa
Leia mais sobre a viagem de 10 Dias pela Califórnia
Apesar de não sermos muito fãs de redes de restaurantes americanos, temos duas exceções que já viraram tradição durante nossas viagens para os Estados Unidos. Uma delas é o Einstein Bros, uma rede especializada de bagels, um ‘pãozinho assado’ em formato de anel, muito popular nos Estados Unidos e Canadá. Os bagels dos ‘Bros’ são simplesmente deliciosos.
Como pedir seu bagel no Einstein Bros
Os bagels do Einstein Bros são o café da manhã perfeito!! Eles são partidos ao meio, e podem ser tostados e servidos com cream cheese. Você pode escolher entre dezenas de tipos de ‘toppings‘ (coberturas) para esses fresquíssimos bagels: alho, cebola, queijos, multi grãos além do tradicional com gergelim e de versões integrais. Os bagels são sempre super frescos, já que são assados a cada 4 horas, o que explica a qualidade e sabor que eles têm.
Aí você, por favor, faça o seguinte, peça o seu everything bagel toasted with cream cheese! Minha boca fica cheia d’água só de lembrar. Eu sempre peço um chocolate quente pra acompanhar, porque café nos Estados Unidos não rola.
Einstein Bros em Miami
Conhecemos o Einstein Bros em Miami, e desde então virou café da manhã tradicional em viagens pelos Estados Unidos. A primeira loja que conhecemos foi em Sunny Isles, mas hoje em dia a gente quase nunca vai lá. Preferimos a loja da Alton Road, em South Beach.
Arede tem lojas em vários estados americanos e você pode acessar o site deles e utilizar sua localização pra encontrar uma loja perto de você.
Aliás, ao se cadastrar em ‘Join the Club‘ no site, você recebe um cupom que dá direito a um bagel + bebida grátis! Minha dica é se cadastrar próximo ao dia da visita à loja, pois a data de validade do cupom é curta. Eu adoro cupons e nos Estados Unidos isso funciona super bem, pretendo escrever um post especial sobre cupons.
Que tal transformar compartilhar dessa nossa tradição?! Experimente as delícias do Eintein Bros e conte pra nós sua experiência!
A minha pesquisa antes da viagem para Toronto, no Canadá foi bastante intensa. Além dos lugares para visitar, das exposições e dos bares pra conhecer, ainda pesquisei muito sobre arte de rua na cidade, e o que descobri foi ouro: não é que existem muitas obras do Banksy em Toronto?
Tratei logo de procurar algumas delas. Quer ver o que encontrei?
Arte de rua em Toronto
Toronto é uma cidade riquíssima em arte de rua, apesar – ou como consequência – da administração linha dura do prefeito Rob Ford, que abraçou como missão, a “limpeza” das paredes da cidade, distribuindo multas a proprietários de estabelecimentos que tenham fachada grafitada, transformando artistas em procurados da polícia. Essa catastrófica forma de lidar com a arte urbana só provocou mais turbulência, transformando o prefeito em personagem recorrente em stencils e lambes.
O pessoal do documentário ‘Between the lines‘ tem feito um trabalhando incrível desde que o Ford assumiu a prefeitura, acompanhando alguns dos principais graffiti writers de Toronto como Spud e Deadboy.
Toda essa agitação me deixou animada e eu esperava ver muita, mas muita coisa pela cidade. Nessa pesquisa, um artigo do site Torontoist, sobre onde achar obras do Banksy em Toronto. Na mesma hora anotei as indicações e fui procurar. Óbvio!
Acredita-se que Banksy esteve em Toronto pela primeira vez em maio de 2010 e pintou em 7 locais diferentes, mas só 2 ‘sobreviveram’…
O primeiro no lado leste da Spadina, entre as ruas Sullivan e east side of Spadina, na rua Phoebe, bem judiado. Este lugar fica bem perto de Chinatown em Toronto. Passamos por ele na ida para o Kensington Market, uma região muito especial da cidade, cheia de cor e estilo.
< p style=”text-align: left;”>Já o segundo Banksy estava atrás de uma proteção plástica, num beco do lado oeste da Church Street, próximo ao The Esplanade. Centro histórico da cidade, bem próximo ao nosso hotel.
Mas uma amiga me disse que esse aí já era. Pena!
Quem é Banksy
Banksy é um misterioso e polêmico artista britânico cuja identidade é desconhecida. Em uma de suas primeiras ‘ações’, ele mandou fabricar notas de 10 libras falsas praticamente idênticas às originais, com uma única diferença: As notas levavam o rosto da princesa ao invés do rosto da rainha. Essas notas foram distribuídas durante o carnaval de Notting Hill e muitas pessoas chegaram a gastá-las como se fossem verdadeiras. Você ainda pode encontrar algumas delas em leilões de arte online.
Pra quem não sabe quem ele é, ou não conhece a história dele, recomendo assistir o ótimo Exit Through The Gift Shop.
Como Toronto é uma cidade plana e era verão, andamos muito, muito mesmo. Também utilizamos o street car (bondinho), para nos levar até o lado oeste da Queen e vice-versa. O street car é bem legal, custa $3 e o cobrador é o próprio motorista e você só pode pagar com dinheiro ou com passes.
Para descer basta pisar no segundo degrau que a porta abre. Se isso não acontecer, pode se dirigir ao motorista educadamente, falando: ‘Excuse me! Can you open the door, please?‘(Com licença, poderia abrir abrir a porta, por favor?).
Se você preferir, pode alugar um carro e conhecer a cidade por conta própria. É sempre uma ótima opção. Costumamos fazer uma cotação na Rentcars para encontrar o melhor preço e pagar em até 12 vezes sem juros, sem iof.
Onde se hospedar em Toronto
Ficamos hospedadas no Holiday Inn Express Toronto Downtown, hotel que recomendo. Quarto bom, com uma vista bacana, limpo, com café da manhã super gostoso – com máquina de panquecas e tudo! -.
O Holiday Inn fica na Rua Lombard, bem próximo à Church Street e à Queen, do lado leste, uma super localização. A região do hotel é bem bacana, bem perto do Distillery Historic District ($10 de taxi), do St. Lawrence Market – e as mais lindas berries (frutas vermelhas) que já vi – .
Saíamos à pé quase todas as noites, sozinhas, sem maiores problemas. Fomos a um pub ótimo bem pertinho do hotel, o PJ O’Brien. O único ponto negativo da região foi que às 9 da noite não tinha quase nada aberto mais, e foi super difícil arranjar um lugar pra jantar. Só o que tinha aberto era um subway – bem ruinzinho, prá falar a verdade -.
O lugar que mais gostei em Toronto me foi apresentado pelo querido amigo Carlinhos, a região do Kensington Market, que com certeza merece uma visita exclusiva.
É uma área cheia de arte de rua, por todos os lados, colorida, alto astral, até meio riponga. Se você adora um lugar diferente, Kensington market oferece ÓTIMAS surpresas.
Toronto é uma cidade muito limpa e organizada, uma cidade grande com cara de interior. Vale a visita!
AOficina Brennand em Recife é um daqueles lugares que você tem que ir. Mesmo se só tiver 24 horas na cidade. Quer saber por quê?
A fantástica Oficina Brennand
Chegar na Oficina Brennand, dentro das terras do Engenho Santos Cosme e Damião, no bairro histórico da Várzea, na capital de Pernambuco, é se deparar com um cenário de sonho.
O trabalho do artista plástico Francisco Brennand é uma das coisas mais incríveis que já vi. A energia da Oficina Brennand, seu ateliê e um fantástico museu a céu aberto é algo inacreditável.
História da Oficina Brennand
A Oficina Brennand foi criada em 1971 a partir das ruínas da antiga fábrica de Cerâmica São João, do pai de Francisco Brennand e acabou se tornando seu ateliê e museu.
“Recordo-me de ter encontrado a velha cerâmica São João em ruínas. Inclusive, cabe salientar que não havia necessidade de um anteprojeto, pois as antigas paredes já indicavam aquilo que devia ser refeito: as ruínas balizavam tudo. Portanto, toda e qualquer ideia chegava à medida do trabalho em progressão. Talvez, por isso, eu providenciei chamar o lugar de “oficina”, baseado na origem da palavra “ofício” (officium, em latim) que quer dizer “trabalho”; local de trabalho, evitando o francesismo ateliê. Ao mesmo tempo, há a ideia de uma comunidade, à maneira das coletividades de ofício medievais e renascentistas, onde o mestre e os discípulos trabalhavam em conjunto, a serviço de um só desígnio.”
– O Oráculo Contrariado de Francisco Brennand
O Mundo de Francisco Brennand
Estar ali, em meio às centenas de esculturas é estar noutro mundo, no mundo do Brennand, construído bem ali, nas ruínas do passado desse artista, que cresceu brincando à solta pelo terreno imaginando aquele mundo que nos é apresentado.
Como se não bastasse a beleza e intensidade das obras de Brennand, em sua maioria com uma grande conotação sexual, os jardins foram projetados por Burle Marx, são sensacionais e complementam a grandiosidade desse lugar surreal!
Visitar a Oficina Brennand é se perder nesse Universo do artista, em meio a esculturas, templos, painéis de azulejos, pinturas. Muito mais que um simples museu.
E se você estiver em Recife, não perca a chance, vá ver de perto esse acervo que conta com mais 2.000 peças espalhadas pelas 15 mil m² de área construída, e é um passeio super interessante.
Como chegar na Oficina Brennand
A Oficina Brennand fica na Propriedade Santos Cosme e Damião, s/n, Várzea e o acesso é feito por Camarabibe, Dois Irmão ou Avenida Caxangá.
Pedi um táxi no Hotel Aconchego, uma ótima opção de hospedagem em Pernambuco pertinho da orla de Boa Viagem e fui até a Oficina. Os taxistas geralmente cobram um preço fechado até a Oficina Brennand, mas se você preferir pode também alugar um carro e ir até lá dirigindo.
É uma boa forma de conhecer a Oficina Brennand, a cidade de Recife e arredores. Recomendo!
Geralmente fazemos uma cotação através do site da Rentcars.com. Além de garantir o melhor preço no aluguel de carro, ainda dá para parcelar em até 12 vezes sem juros.
A viagem para Orlando em 2011 foi nossa retomada às viagens internacionais e por um motivo muito bom: Fomos passar junto com Gabriel, seu aniversário de 4 anos na Disney.
Eu já tinha estado nesse divertido destino quando eu tinha 16 anos, mas voltar à Terra do Mickey ‘depois de velha’ foi muito especial e eu trouxe dicas imperdíveis pra vocês. Vamos ver?
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Essas contas são gratuitas e além de oferecerem um cartão de débito Mastercard sem taxas ou anuidade, usam o câmbio do dólar comercial (bem mais vantajoso do que o dólar turismo, usado pelas casas de câmbio e bancos) e cobra apenas 1,1% de IOF (menos que os 5,38% do cartão de crédito brasileiro).
O planejamento da viagem de aniversário de 4 anos na Disney
Tratei logo de pesquisar muito: em blogs, fóruns, sites e esquematizei toda a viagem. Acho muito importante ter um roteiro dia a dia, mas com liberdade para alterar qualquer ponto na programação.
Nosso maior objetivo era vê-lo feliz e fazer o máximo possível para que fosse uma viagem inesquecível. Afinal de contas, não é todo dia que a gente comemora 4 anos na Disney, não é mesmo?!
» Seguro Viagem
Uma das etapas mais importantes do planejamento de uma viagem para os Estados Unidos é a contratação de um seguro viagem. Principalmente se você viaja com crianças. Com um investimento a partir de R$9/dia de viagem, você tem a garantia de assistência médica para qualquer acidente ou emergência.
Só pra você ter ideia, um dia de internação nos Estados Unidos pode chegar a $5.220 dólares e uma apendectomia pode custar $16.000 dólares. Melhor investir bem menos e contratar um seguro viagem internacional, né?!
Faça uma cotação grátis, ganhe 5% de desconto usando o código TOPENSANDO05 e pague menos pelo seu seguro de viagem, com uma cobertura mais abrangente para o seu investimento!
Outro ponto importante em uma viagem para a Flórida é investir no aluguel de carro. Tanto em Orlando quanto em Miami, as principais cidades da Flórida, dirigir seu próprio carro é essencial para fazer uma boa viagem, com liberdade e segurança.
Temos muita experiência com road trips nos Estados Unidos. Conhecemos a Califórnia, a Flórida e uma boa parte do oeste americano dirigindo nosso próprio carro.
Geralmente fazemos uma cotação para encontrar o melhor preço com as melhores condições. Pagamento em até 12 vezes sem juros e sem cobrança de iof.
Outras dicas pra quem tá pensando em viajar de carro pela Flórida, são:
Prepare-se para a viagem. Pesquise sobre o itinerário com antecedênciae e leve sempre um estoque de água com você. Compre lanchinhos para matar a fome pelo caminho e tenha um kit de primeiros socorros;
Recomendo levar a PID – Permissão Internacional para Dirigir mesmo que ela não seja obrigatória na Flórida. O documento, todavia, pode ajudar muito em uma abordagem policial. E se você viaja bastante de carro para o exterior, recomendo sempre tê-la em mãos
Solicitamos com a locadora do carro a cadeirinha para crianças, de uso obrigatório, que alugamos por aproximadamente US$ 13 a diária, mas talvez pudéssemos ter ido até um Walmart próximo e comprado uma por US$ 35,00.
Confesso que ficamos receosas em sair do aeroporto e ir até um Walmart, levando uma criança sem o assento apropriado, infringindo uma lei de trânsito na América! Mas uma ideia para quem achar que vale à pena, seria alguém do grupo se deslocar até a loja enquanto outro adulto espera com a criança. A preguiça falou mais alto no nosso caso e optamos pela comodidade.
» Onde ficar em Miami
Chegamos em Miami, onde passamos alguns dias e depois fomos de carro até Orlando. Em Miami você pode escolher se hospedar em Miami Beach ou em Miami.
Tudo depende do seu interesse. Se você quiser curtir a praia e o clima de badalação da cidade, escolha Miami Beach.
Se o interesse for compras em um dos outlets da cidade ou experimentar um clima mais urbano e artístico de Miami, escolha Miami. A região perto do aeroporto internacional de Miami costuma ser uma opção para quem quer economizar em hospedagem.
O post ‘Onde ficar em Miami’ vai te contar tudo o que você precisa saber para escolher a sua hospedagem na cidade, que na verdade são várias.
» Onde ficar em Orlando
Orlando é uma das cidades do mundo que mais oferecem opções de hospedagem para seus visitantes. Hotéis econômicos, hotéis de luxo, casas e apartamentos de aluguel. Você pode escolher entre uma infinidade de tipos e opções de hospedagem na cidade.
Se tiver uma graninha sobrando, uma opção especial para a comemoração de um aniversário na Disney é um dos resorts mágicos dentro do complexo.
Se a grana tiver curta, mas o foco continuar sendo a Disney, uma boa opção é hospedar-se em Kissimmee, mais perto dos parques e com opções mais em conta. Fica a dica, hein?!
Dicas de viagem: aniversário de 4 anos na Disney
» Disney de carrinho!
Um item indispensável quando se visita os parques com crianças pequenas é comprar um carrinho guarda – chuva, simples mas muito eficiente. O do Gabriel custou 15 dólares no Wallmart e foi muito útil.
Depois de muito usado nos parques e nos outlets o carrinho ainda viajou para o Brasil e continuou sendo utilizado, e foi a melhor compra da viagem! Sem contar que em todos os parques têm estacionamentos para os carrinhos.
» Bottons especiais da Disney
Nos parques da Disney, brindes SUPER legais são os bottons de aniversário, de primeira vez no parque e de celebração de uma data especial, você pode pedi-los nas bilheterias dos parques ou em qualquer resort da Disney.
Gabriel usou o bottom de aniversário e durante o dia todo os Cast Members desejavam Happy Birthday pra ele.
» Café da manhã com os personagens Disney
Outra super dica para um dia de aniversário perfeito é tomar café da manhã com os personagens.
Fiz nossa reserva no restaurante Chef Mickey’s, no Contemporary Resort através do site da Disney, e acho que foi o momento que o Gabriel mais gostou.
Imagina ter como convidados no dia de seu aniversário Mickey, Minnie, Pluto, Pateta. Foi uma festa! Com direito a cupcake de aniversário ofertado pelo restaurante. Como eles sabiam?! No ato da reserva tem a opção de informar sobre alguma data comemorativa.
» Eletrical Parade no Magic Kingdom
Finalizamos o dia assistindo a Eletrical Parade e o emocionante show de fogos de artíficio do Magic Kingdom.
Hora de ir pra casa. Vejam a multidão deixando o parque.
Levamos 1 hora para conseguir chegar até o nosso carro. Foi um dia muito intenso e eu super indico a programação Café da Manhã com personagens + Magic Kingdom até o encerramento numa data comemorativa, como esse aniversário especial que o Gabriel teve.
Não é todo dia que se comemora 4 anos na Disney, né?