Todos os anos, o enorme campo do Theresienwiese, em Munique, na Alemanha, recebe milhões de visitantes do mundo inteiro para celebrar a cultura bávara na Oktoberfest, a maior festa da cerveja do planeta.
Mas existe uma pergunta que quase ninguém faz: o que acontece com as cervejarias da Oktoberfest nos outros dias do ano?
Quando as luzes se apagam, os turistas vão embora e os últimos barris são esvaziados, a cultura cervejeira de Munique continua exatamente onde sempre esteve.
A festa continua nas cervejarias fundadas por monges há séculos, nos ótimos biergartens espalhados pela cidade e nas tradicionais tavernas e bares, onde moradores seguem brindando com imensas canecas de Munich Helles.
Isso porque a Oktoberfest não criou a cultura cervejeira da Baviera. Ela apenas celebra uma tradição que faz parte da identidade de Munique há mais de 700 anos.
E foi tentando entender essa história que embarquei em uma jornada pelas seis cervejarias oficiais da Oktoberfest, todas abertas à visitação durante o ano inteiro.
Entre receitas centenárias, histórias de reis, monges e cervejeiros visionários, descobri que a verdadeira Oktoberfest talvez aconteça justamente quando a Oktoberfest acaba.
E vou te mostrar por quê.
Oktoberfest em Munique 365 dias por ano: resumo rápido
- As seis cervejarias oficiais da Oktoberfest podem ser visitadas durante todo o ano;
- Augustiner, Hofbräu, Paulaner, Löwenbräu, Hacker-Pschorr e Spaten mantêm restaurantes, biergartens e experiências cervejeiras abertas aos visitantes durante todo o ano;
- A cerveja mais tradicional de Munique é a Munich Helles;
- Visitar Munique fora da Oktoberfest significa menos filas, preços mais baixos e uma experiência mais autêntica.
Quais são as cervejarias oficiais da Oktoberfest de Munique?
Atualmente, apenas seis cervejarias possuem autorização para servir cerveja na Oktoberfest. Cada uma delas ajudou a construir a história de Munique.
Visitar suas sedes, restaurantes e biergartens é uma das formas mais interessantes de compreender a identidade cervejeira da capital da Baviera.
Bora conhecer a história de cada uma delas e descobrir onde experimentar suas cervejas fora da Oktoberfest?
| Cervejaria | Fundação | Destaque |
|---|---|---|
| 1. Augustiner | 1328 | A favorita dos locais |
| 2. Hacker-Pschorr | 1417 | Uma história de família |
| 3. Hofbräu | 1589 | A cerveja real |
| 4. Löwenbräu | 1383 | A cerveja do leão |
| 5. Paulaner | 1634 | O ‘pão líquido’ dos monges |
| 6. Spaten | 1397 | A criadora da Munich Helles |
1. Augustiner: a última grande cervejaria independente de Munique
Fundada por monges agostinianos em 1328, a Augustiner Bräu é a cervejaria mais antiga de Munique e uma das instituições mais respeitadas da Baviera.
Sua história começou em um mosteiro localizado dentro das muralhas medievais da cidade, muito antes de Munique se transformar em um dos principais destinos cervejeiros do planeta.
Mas o que torna a Augustiner realmente especial não é apenas a idade.
Em uma cidade onde praticamente todas as grandes cervejarias acabaram absorvidas por conglomerados internacionais, ela continua sendo a última grande cervejaria independente de Munique.
Parte desse legado se deve a Edith Haberland Wagner, principal herdeira da empresa. Em 1996, ela transferiu sua participação majoritária para uma fundação criada por ela mesma, ajudando a proteger a cervejaria de futuras aquisições e garantindo sua autonomia até os dias de hoje.

E isso explica por que a Augustiner desperta uma devoção tão grande entre os moradores da cidade.
A prova mais visível aparece todos os anos na Oktoberfest.
Ela é a única cervejaria da festa que ainda serve parte de sua produção nos históricos barris de madeira conhecidos como Hirschen, preservando um ritual que remete aos primórdios da cultura cervejeira bávara.
Entre todas as cervejas que provei na cidade, foi a que conquistou meu coração. Talvez porque pareça menos preocupada em impressionar turistas e mais interessada em continuar sendo a cerveja dos locais.
Onde experimentar a Augustiner em Munique
Você não precisa esperar pela Oktoberfest para conhecer a Augustiner. Desde o restaurante histórico no centro até o biergarten mais tradicional da Baviera.
| Local | Endereço | Estação mais próxima | Por que visitar |
|---|---|---|---|
| Augustiner Stammhaus | Neuhauser Straße 27 | 🚇 Karlsplatz (Stachus) | O restaurante histórico da marca, no coração do centro de Munique. |
| Augustiner-Keller | Arnulfstraße 52 | 🚉 Hackerbrücke | Um dos biergartens mais tradicionais da Baviera, sob castanheiras centenárias. |
| Augustiner Bräustuben | Landsberger Straße 19 | 🚉 Hackerbrücke | Restaurante ao lado da cervejaria, frequentado principalmente por moradores locais. |
| Augustiner Schützengarten | Zielstattstraße 6 | 🚇 Obersendling | Biergarten menos turístico e muito popular entre os moradores do sul de Munique. |
Minha dica: se você tiver tempo para visitar apenas um endereço da Augustiner, escolha o Augustiner-Keller. É ali que a combinação entre cerveja, gastronomia e atmosfera bávara faz mais sentido. E onde fica mais fácil entender por que tantos moradores consideram a Augustiner a verdadeira cerveja de Munique.
2. Hacker-Pschorr: quando duas famílias mudaram a história da cerveja em Munique
A origem da Hacker-Pschorr parece saída de um romance bávaro.
No século XVIII, Joseph Pschorr se casou com Maria Theresia Hacker, herdeira de uma tradicional cervejaria de Munique. A união aproximou duas importantes famílias cervejeiras da cidade e marcou o início de uma nova fase para os negócios da família.
Sob o comando de Joseph, a cervejaria prosperou rapidamente. Sua visão empreendedora ajudou a transformar a empresa em uma das mais bem-sucedidas da Baviera e contribuiu para fortalecer a reputação de Munique como um dos grandes centros cervejeiros da Europa.
Após sua morte, os negócios foram divididos entre seus filhos e os nomes Hacker e Pschorr seguiram trajetórias próprias durante gerações.
Somente em 1972 os dois sobrenomes voltariam a aparecer juntos oficialmente, dando origem à marca Hacker-Pschorr que conhecemos hoje.
A história da Hacker-Pschorr não começa com monges, reis ou mosteiros. Começa com uma família. E isso torna essa cervejaria diferente das outras participantes da Oktoberfest.
Ao visitar o Altes Hackerhaus, no centro histórico de Munique, é impossível não pensar em quantas histórias começaram, ou terminaram, em torno de uma caneca de cerveja.
Onde viver a experiência Hacker-Pschorr em Munique
| Local | Endereço | Estação mais próxima | Por que visitar |
|---|---|---|---|
| Altes Hackerhaus | Sendlinger Straße 14 | 🚇 Marienplatz | Restaurante histórico ligado às origens da cervejaria. |
| Der Pschorr | Viktualienmarkt 15 | 🚇 Marienplatz | Excelente opção para provar a marca em um dos lugares mais emblemáticos de Munique. |
Minha dica: para quem visita Munique pela primeira vez, o Der Pschorr reúne duas das melhores experiências da cidade: cerveja bávara tradicional e a atmosfera vibrante do Viktualienmarkt.
3. Hofbräu: do palácio para o povo
A Hofbräu nasceu em 1589 para resolver um problema da corte bávara.
Insatisfeito com a cerveja que era trazida do norte da Alemanha, o duque Guilherme V decidiu criar sua própria cervejaria.
Durante décadas, suas cervejas foram produzidas exclusivamente para a aristocracia. Mas a história tomou outro rumo.
O que começou como um privilégio reservado à corte acabou se transformando em um dos símbolos mais reconhecidos de Munique.
Hoje, o Hofbräuhaus é provavelmente o endereço cervejeiro mais famoso do planeta.
Eu confesso: achei que seria turístico demais. Mas estava errada!
Ali, moradores locais dividem mesas com visitantes de todas as partes do mundo. Músicos tocam canções tradicionais. Famílias se reúnem para o almoço.
E frequentadores habituais mantêm compartimentos onde guardam suas próprias canecas de cerveja. Uma tradição transmitida entre gerações.
Poucas cervejarias passaram da mesa dos duques para as mesas compartilhadas do mundo inteiro. E poucas contam tão bem a história da Baviera quanto ela.
Onde viver a experiência Hofbräu em Munique
| Local | Endereço | Estação mais próxima | Por que visitar |
|---|---|---|---|
| Hofbräuhaus am Platzl | Platzl 9 | 🚇 Marienplatz | O endereço mais famoso da cidade e uma das cervejarias mais conhecidas do mundo. |
| Hofbräukeller | Innere Wiener Straße 19 | 🚇 Max-Weber-Platz | Versão mais local e menos turística da experiência Hofbräu. |
Minha dica: visite o Hofbräuhaus para viver o clássico de Munique. Mas reserve uma refeição no Hofbräukeller se quiser ver como os moradores da cidade aproveitam a cerveja da marca longe das multidões do centro histórico.
4. Löwenbräu: a cervejaria do leão que virou símbolo da Oktoberfest
Mesmo quem nunca esteve na Oktoberfest provavelmente já viu o leão da Löwenbräu.
Instalado no alto da entrada da tenda da cervejaria, o enorme leão mecânico ruge diversas vezes ao dia diante de milhares de visitantes. É uma das imagens mais famosas e fotografadas de toda a festa.
Mas a ligação entre a Löwenbräu e o leão é muito mais antiga.
Fundada em 1383, a cervejaria adotou o animal como símbolo e transformou sua figura em uma das marcas mais reconhecidas da cultura cervejeira bávara. O próprio nome Löwenbräu significa literalmente “cerveja do leão”.
Ao longo dos séculos, a cervejaria cresceu com Munique e se tornou uma das mais importantes da cidade. No final do século XIX, chegou a responder por uma parcela significativa da produção cervejeira local, ajudando a consolidar a reputação da capital bávara como um dos grandes centros cervejeiros da Europa.
Mas foi na Oktoberfest que o leão encontrou seu palco mais famoso.
Todos os anos, milhares de visitantes passam sob a gigantesca escultura mecânica instalada na entrada da tenda da Löwenbräu, transformando o animal em um dos símbolos mais reconhecidos da festa.
Você pode esquecer o nome de uma cervejaria. Mas dificilmente esquece um leão rugindo enquanto segura uma caneca de um litro de cerveja.
Eu adorei o biergarten da Löwenbräu. Fui ficando, ficando e, quando vi, já era noite!
Onde viver a experiência Löwenbräu em Munique
| Local | Endereço | Estação mais próxima | Por que visitar |
|---|---|---|---|
| Löwenbräukeller | Nymphenburger Straße 2 | 🚇 Stiglmaierplatz | O principal endereço da cervejaria e um dos biergartens mais tradicionais de Munique. |
Minha dica: visite o Löwenbräukeller no final da tarde e procure uma mesa no biergarten. É uma ótima forma de experimentar uma das cervejas mais tradicionais de Munique sem enfrentar as multidões da Oktoberfest.
5. Paulaner: do pão líquido dos monges à Oktoberfest
Enquanto boa parte da história cervejeira de Munique passa por famílias, comerciantes e governantes, a da Paulaner começa em um mosteiro.
No século XVII, os monges da Ordem dos Mínimos seguiam uma rotina marcada por longos períodos de jejum religioso. Para enfrentar essas restrições alimentares, passaram a produzir uma cerveja mais forte, encorpada e nutritiva.
Ela ficou conhecida como Flüssiges Brot “pão líquido”.
Dessa tradição nasceu a Salvator, considerada a ancestral das cervejas fortes da Paulaner e uma das receitas mais importantes da cultura cervejeira bávara.
Mais de três séculos depois, essa herança continua viva.
Todos os anos, milhares de pessoas se reúnem no Nockherberg para celebrar a Starkbierfest, a festa da cerveja forte que mantém viva a tradição iniciada pelos monges.
A cerveja criada para ajudar monges a atravessar o período de jejum continua sendo celebrada em Munique séculos depois.
Onde viver a experiência Paulaner em Munique
| Local | Endereço | Estação mais próxima | Por que visitar |
|---|---|---|---|
| Paulaner am Nockherberg | Hochstraße 77 | 🚇 Kolumbusplatz | O endereço mais emblemático da marca e palco da tradicional Starkbierfest. |
| Paulaner Garten | Hochstraße 77 | 🚇 Kolumbusplatz | Biergarten ligado ao complexo do Nockherberg, ideal para provar as cervejas da marca ao ar livre. |
| Paulaner Bräuhaus | Kapuzinerplatz 5 | 🚇 Goetheplatz | Restaurante-cervejaria onde é possível provar cervejas produzidas no próprio local. |
Minha dica: se você visitar Munique fora da Oktoberfest, reserve uma refeição no Nockherberg. Além de provar algumas das cervejas mais tradicionais da marca, é ali que a história dos monges, da Salvator e da Starkbierfest continua mais viva.
Starkbierfest: a Oktoberfest que muitos turistas não conhecem
Muito antes de a Oktoberfest tomar conta do calendário de Munique, os monges da Paulaner já celebravam suas cervejas fortes durante o período da Quaresma.
Dessa tradição nasceu a Starkbierfest, ou Festa da Cerveja Forte, realizada anualmente no Nockherberg.
Menor e menos turística que a Oktoberfest, a festa é considerada por muitos bávaros uma das celebrações cervejeiras mais autênticas da cidade.
E reúne moradores da cidade para celebrar as tradicionais Starkbier, cervejas mais alcoólicas e encorpadas, descendentes diretas da antiga Salvator criada pelos monges.
6. Spaten: a cervejaria por trás da Helles
Se você prestar atenção aos rótulos da Spaten, vai notar um detalhe curioso. O símbolo da cervejaria é uma pá. Não por acaso.
Spaten significa justamente isso em alemão, e a ferramenta acabou se transformando em um dos logotipos mais antigos da indústria cervejeira alemã.
Fundada em 1397, a Spaten atravessou mais de seis séculos de história sem abrir mão desse símbolo. Mas seu legado mais importante está dentro do copo.
No final do século XIX, as cervejas claras produzidas na Boêmia, região que hoje faz parte da República Tcheca, começavam a conquistar a Europa.
O sucesso das Pilsners chamou a atenção da Spaten, que, assim como outras cervejarias bávaras, estava acostumada a produzir cervejas mais escuras.
A resposta veio em 1894, com o lançamento da Münchner Hell, uma cerveja clara, equilibrada e refrescante
Hoje ela está por toda parte. Nos biergartens. Nas cervejarias históricas. Nas mesas compartilhadas da Oktoberfest.
Depois de alguns dias em Munique, fica difícil não perceber que a Helles se tornou parte da identidade da cidade. E a Spaten teve um papel decisivo nessa transformação.
Onde viver a experiência Spaten em Munique
| Local | Endereço | Estação mais próxima | Por que visitar |
|---|---|---|---|
| Spatenhaus an der Oper | Residenzstraße 12 | 🚇 Marienplatz ou Odeonsplatz | O restaurante mais tradicional ligado à marca, ao lado da Ópera Estatal da Baviera. |
Minha dica: peça uma Helles no Spatenhaus e observe as mesas ao redor. Há uma boa chance de que a maioria das pessoas esteja bebendo exatamente o mesmo estilo. Em Munique, isso dificilmente é coincidência.
Curiosidade bávara
Em 1516, a Baviera criou a Reinheitsgebot, conhecida como Lei da Pureza da Cerveja. O decreto determinava que a cerveja deveria ser produzida apenas com água, malte de cevada e lúpulo. Mais de cinco séculos depois, ela continua sendo um dos principais símbolos da cultura cervejeira alemã.
Menção honrosa: Schneider Weisse
Se eu pudesse acrescentar uma sétima parada a este roteiro cervejeiro por Munique, ela seria a Schneider Weisse.
A cervejaria não participa da Oktoberfest e, por isso, ficou fora da lista oficial. Mas poucas experiências me marcaram tanto durante a viagem.
O que mais me conquistou foi a variedade.
Enquanto boa parte das cervejarias de Munique gira em torno da Helles, a Schneider oferece um verdadeiro mergulho no universo das Weissbier. Foi um daqueles lugares onde cada nova cerveja parecia um convite para ficar mais um pouco.
E, sinceramente, foi uma das melhores experiências cervejeiras que tive em Munique.
Fundada em 1872 por Georg Schneider, ela foi uma das responsáveis por preservar a tradição das Weissbier, as clássicas cervejas de trigo da Baviera, em uma época em que o estilo perdia espaço para outros tipos de cerveja.
O Schneider Bräuhaus ocupa um belo edifício histórico no centro de Munique e combina cervejas excelentes com alguns dos clássicos da gastronomia bávara.
O cardápio oferece diferentes versões do estilo, desde a tradicional Original (TAP7), passando pela aromática Aventinus (TAP6), uma das mais famosas Doppelbock de trigo da Alemanha, até versões mais leves, fortes ou sazonais.
É daqueles lugares onde vale a pena sentar sem pressa, pedir uma Weissbier e observar a cidade acontecer ao redor.
📍 Schneider Bräuhaus München
Tal 7, Altstadt-Lehel, Munique (🚇 Marienplatz)
Minha dica: peça uma TAP7 Original para começar e, se gostar de cervejas mais intensas e complexas, não deixe de provar a Aventinus TAP6. Foi uma das cervejas mais memoráveis que experimentei em Munique.
Vale a pena visitar Munique fora da Oktoberfest?
Sim. E, para quem gosta de viajar com mais calma e profundidade, talvez seja até melhor visitar Munique antes ou depois da festa.
Durante a Oktoberfest, a capital da Baviera se transforma. Hotéis ficam mais caros, os restaurantes lotam e milhões de visitantes ocupam as ruas da cidade.
Fora do festival, o ritmo muda.
Dá para visitar as cervejarias históricas sem pressa, sentar em um biergarten ao lado dos moradores locais e descobrir uma faceta de Munique que muitos visitantes nunca chegam a conhecer.
Além disso, as seis cervejarias oficiais da Oktoberfest continuam funcionando normalmente durante o ano todo.
A cerveja continua excelente. E a tradição bávara deixa de ser um espetáculo para turistas para voltar a ser aquilo que sempre foi: parte do cotidiano da cidade.
Antes de ir embora…
Se existe algo que aprendi percorrendo as cervejarias de Munique é que a Oktoberfest não é o começo da história.
É apenas sua celebração mais famosa.
A verdadeira cultura cervejeira da Baviera acontece o ano inteiro.
Nos biergartens lotados em uma tarde de verão. Nas canecas guardadas há gerações no Hofbräuhaus. Nos barris de madeira da Augustiner. No pão líquido criado pelos monges da Paulaner. Na Helles que a Spaten ajudou a transformar em símbolo da cidade.
E isso é justamente o que torna a história cervejeira de Munique tão fascinante.
Perguntas frequentes sobre as cervejarias de Munique
Qual é a cervejaria mais antiga de Munique?
A Augustiner, fundada em 1328 por monges agostinianos.
Quais cervejarias participam da Oktoberfest?
Augustiner, Hacker-Pschorr, Hofbräu, Löwenbräu, Paulaner e Spaten.
Qual é a cerveja mais tradicional de Munique?
A Munich Helles, uma lager clara criada no final do século XIX e considerada a cerveja símbolo da cidade.
É possível visitar as cervejarias da Oktoberfest fora do festival?
Sim. Todas as seis cervejarias mantêm restaurantes, biergartens ou espaços de visitação abertos durante o ano.
Vale a pena visitar Munique fora da Oktoberfest?
Sim. A experiência costuma ser mais autêntica, com menos filas, preços mais baixos e acesso facilitado às cervejarias históricas.


















