Dubai, Jimi Hendrix, e a viagem…

Escrevo depois de uma garrafinha de vinho tinto, sabe aquelas amostrinhas disponíveis nas bandejas das aeromoças?! Talvez seja a abstinência árabealcoólica, ou o filme que acabei de assistir…

Escrevo depois de assistir à versão cinematográfica da biografia de Jimi Hendrix, o maior. Jimi Hendrix, não o filme, claro!

Escrevo ouvindo Jimi Hendrix Experience. Experiência. Experimente. É só uma sugestão, caro leitor, mas quem sabe assim, o texto melhore e você continue lendo até o final.

As viagens servem pra isso, acho. Divagar, devagar. Longos períodos de nada, rodeados por coisa alguma. Afinal de contas, não é tudo sempre assim?!

Escrevo sobrevoando a Índia, dentro de um 747-800, um gigante pontinho pairando sobre outro ponto qualquer entre Dubai e Bangkok. Neste exato momento a quase 10.000 metros de altitude, você sabe como é, high altitude high.

Dubai é uma cidade diferente. Ou não. Você já a conhece, do sul da Flórida, ou do norte da Itália. Me lembrou muito Miami, principalmente a ‘Nova’.

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De qualquer maneira, Dubai não é Miami. Não se deixem enganar pelos incríveis prédios imensos, novos, brilhantes, e cheios de ‘bronzeador’, pelas intermináveis avenidas que terminam no mar, e seu asfalto lisinho, perfeição.

Dubai não é Miami, porque é só virar a esquina, e pronto! Você está de novo no Oriente Médio, homens vestidos com Dishdashas compridas até os tornozelos, mulheres de burca olhando de canto de olho, pássaros sobrevoando um braço de mar, que sempre dividiu a cidade, desde o começo, coração de mar. Dubai. Simplesmente surreal. SURREAL.

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… E sóbria, diga-se de passagem, antes que você, leitor, pense mal de mim – ou bem -. Um choppinho pode te custar 10 ‘single dollars‘, ou mais, se você encontrar um.

Nos últimos anos foi considerada uma das cidades mais dinâmicas do mundo, com uma taxa de crescimento beirando a estratosfera. Petróleo, ouro, prédios, e tudo isso tax free, meus amigos! É o capitalismo ‘on steroids’, ou melhor, on catuaba, baby. Selvagem. Selvagem!

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Camelos andam pela praia carregando crianças na sexta feira, o dia do descanso, e me fazem pensar: O deserto é aqui. Beduínos, tuaregues, areia. É tudo aqui, baby. O ‘deserto é noiz‘. E em Dubai, foi ‘noiz que fez’, nem deus é o limite. Insha’Allah!

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Durante meus dois dias na cidade, que poderiam ter sido 2 meses dada a profundidade do mergulho, fiquei fascinada pelos homens, pelas mulheres, pelas construções, e pelo shopping.

Isso mesmo, caro leitor. Fiquei obcecada pelo Dubai Mall. Não consigo explicar. Tive sonhos, quis voltar, uma, duas vezes, três vezes. Logo eu que não suporto uma escada rolante, um anúncio de promoção na vitrine?! You name it, you get it! Foi assim que me senti.

Estranha, estrangeira, rodeada por homens e mulheres saídos de outro mundo. Eles ou eu?

Are you Experienced?

Dubai na Prática!

Agora que já passou a piração, se você chegou até aqui, muito provavelmente tem dúvidas sobre Dubai.

Você pode começar lendo nosso artigo sobre as 10 Experiências Imperdíveis em Dubai, que podem ser combinadas em um Roteiro de 2 dias na cidade?!

Onde Se Hospedar em Dubai?

O hotel que escolhemos foi o Hotel Grand Excelsior al Barsha. O valor da diária era razoável, para os padrões de Dubai e ainda tinha estacionamento e internet grátis. Para pesquisar ofertas de hospedagem em Dubai você pode usar nosso parceiro BOOKING.COM. Usando os links do Tô Pensando em Viajar você ajuda o blog e não paga nada mais por isso!

Como Se Locomover em Dubai

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Alessandra

ALESSANDRA é viajante, fotógrafa, e bióloga. Largou tudo e ganhou tudo ao mudar de rumo em 2012 depois de defender um doutorado em biologia molecular na USP. Desde então vive, viaja e trabalha com foto e vídeo, sua verdadeira vocação. Ama viajar fora do esquema turistão, e gosta mesmo é de paisagem humana!

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2 Comentários

  1. Camila Torres disse:

    Deu pra sentir o hálito de alcool daqui ! :D
    Que texto doido… Mas este é realmente um ótimo adjetivo pra essa cidade surreal.